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Segunda-feira, 16 de outubro de 2006

Este é o Canal Dana, informativo com as principais notícias da indústria automotiva.

PARA PENSAR
Os homens são parecidos em suas promessas. Eles só diferem em seus atos.
(Molière)

Momento QUEBRA TUDO: "O que você aprendeu nos momentos mais difíceis da sua vida?"
Perguntas extraídas do mini-livro "Se você tem todas as respostas, é porque não está fazendo todas as perguntas", de Ricardo Jordão - www.bizrevolution.com.br


*VW decide produzir cabeçotes no Brasil

A Volkswagen do Brasil começa a produzir cabeçotes na sua fábrica de motores de São Carlos, no interior de São Paulo, a partir de abril de 2007. Para instalar uma nova linha de produto na unidade de motores, a empresa investiu R$ 33 milhões. "A decisão de produzir cabeçotes nesta fábrica, além de aproveitar a oportunidade de utilizar uma linha completa deste componente que foi desativada na unidade da Alemanha, também tem por objetivo reduzir custos e melhorar a qualidade do produto", disse a este jornal Marcos Aparecido Ruza, gerente da fábrica de São Carlos.

Com os R$ 33 milhões investidos na linha de cabeçotes, a fábrica de São Carlos, que completa amanhã 10 anos de atividades no Brasil, contabiliza no total investimentos superior a R$ 380 milhões e acumula neste período uma produção de 3 milhões de motores.

A fábrica de São Carlos, que emprega 500 funcionários diretos e 300 terceirizados, é, segundo Ruza, uma das mais competitivas dentro do grupo Volkswagen. Esta unidade trabalha a plena capacidade em três turnos. "Neste ano o programa de produção está estável, com 1.800 motores fabricados por dia - quase 450 mil unidades por ano -, volume 10% superior a 2005", comparou Ruza.

Dos 1.800 motores produzidos diariamente, 80% são bicombustíveis e 20% são a gasolina. Além de abastecer as fábricas da Volkswagen no Brasil esses motores também são exportados para a África do Sul para equipar o Polo e para a unidade da Seat, na Espanha, que utiliza nos modelos Ibiza e Cordoba. A fábrica de São Carlos também envia motores parcialmente montados para a Argentina, onde, depois de completos, são montados no SpaceFox, que é produzido naquele país.
No início de produção a fábrica de São Carlos montava somente os motores de 1.0 litro. A diversificação da fábrica começou a partir de 1998, com a implantação de uma segunda linha de produção de motores. Hoje a unidade também produz motores de 1.0 a 2.0 litros, além das versões 1.4, 1.6 e 1.9 diesel.

A fábrica de motores trabalha atualmente com mais de 150 fornecedores, sendo a maior parte da região de Campinas e Grande São Paulo. "A linha de produção mantém até hoje o mesmo nível de automação dos últimos 10 anos", disse Ruza. lembrando, que a empresa vai comprar o alumínio - matéria-prima básica para a produção de cabeçotes - dos mesmos fornecedores brasileiros. (Gazeta Mercantil/Sonia Moraes)

 

*Carros agitam São Paulo e marcas aceleram marketing

Empresas utilizam GP de F-1 e Salão do Automóvel para aproximação com o consumidor. De 19 a 29 de outubro acontece em São Paulo (Anhembi) a 24ª edição do Salão do Automóvel. No dia 22, quem estiver na capital paulista ainda poderá assistir ao Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1. A atenção concentrada das pessoas para o universo do automóvel, além da maior presença de turistas na cidade, é motivo suficiente para que as marcas mostrem seus produtos e desenvolvam ações de relacionamento com o consumidor.

"Estamos fazendo do nosso próprio estande uma ação de comunicação. Este espaço deixou de ser apenas um estacionamento de automóvel para entreter o consumidor", conta o diretor de marketing da Chevrolet (General Motors), Samuel Russell, que considera o Salão do Automóvel uma excelente oportunidade para se comunicar com seu público, sem "filtros".

A Chevrolet preparou para o Salão uma espécie de "avenida da tecnologia", na qual o visitante poderá entender um pouco mais de automóvel, mais precisamente dos GM. Ao fim da "avenida", chega ao Prisma, principal atração da marca para a mostra automotiva.

Outras montadoras também procuram se diferenciar. Este é o caso de Fiat e Citroën. Na montadora italiana, a coqueluche será a minivan Idea Adventure. Haverá o espaço Fiat 30 Anos de Brasil e o Fiat Hall, onde as pessoas poderão participar de games.

O gerente de promoção e trade da Citroën, Alexander Greif, conta que num espaço de 1,8 mil m² a marca francesa tem a missão de entreter o consumidor e fazer com que ele fique o maior tempo possível ao lado dos Citroën. Haverá, portanto, projetos como o C4 Dancing, que convida o visitante a dançar como o robô do comercial. "A pessoa leva para casa o seu próprio vídeo, com um energético da marca", conta Greif.

Dentro de um Berlingo terão atrações para crianças, numa parceria com o canal Boomerang. Um camarim ainda foi montado dentro de uma Jumper, numa parceria com a Revlon, para atender ao público feminino. Foi preparado ainda um spa express.

Para anunciar oficialmente o lançamento de seu A3 Sportback, a Audi decidiu esculpir um modelo do veículo em um bloco de poliuretano, em São Paulo. Durante oito dias, dois robôs importados da Alemanha vão usinar no pedaço de espuma o novo A3, que será apresentado a partir do dia 19 de outubro, no Salão do Automóvel. Para comunicar a estratégia inusitada, câmeras transmitirão, ao vivo, todo o trabalho pela internet. Na TV por assinatura, programetes de 30 segundos mostram diariamente a evolução do processo nos canais da Globosat.

"Nossa plataforma de divulgação é a TV paga porque é lá que está o público que pretendemos atingir. Já na internet, a idéia é tornar a comunicação viral", afirma o diretor de marketing da Audi, Sérgio Szmoisz. "Com a ação, pretendemos manter a imagem de tecnologia e inovação associada à marca", completa o executivo. A estratégia foi desenvolvida pela AlmapBBDO, agência responsável pela comunicação da marca há 12 anos.

Neste segundo semestre, a Audi deixou de fabricar o A3 no Brasil e passou a importar o modelo. O menor preço do A3 Sportback é de R$ 100 mil, enquanto o do A3 anterior era de R$ 63 mil. "Somente 1% da população pode comprar um automóvel zero. Justamente por isso temos que acertar esse público na mosca", diz o diretor.

"Começamos hoje as ações para o Salão, evento que reúne mais de 500 mil pessoas", diz Szmoisz. A usinagem está ocorrendo desde ontem, próximo à ponte da Cidade Jardim. Depois de pronto, o modelo do novo A3 em tamanho real irá para feira automotiva. De lá segue para uma galeria de arte, onde será estilizado por um artista plástico. A idéia é que o carro em poliuretano siga para as concessionárias Audi em uma mostra itinerante.

Embora apresente 16 carros nesta edição do Salão do Automóvel, a Volkswagen quer ir além dos lançamentos dos veículos. Segundo a montadora alemã, as atrações do estande foram planejadas para dar ao visitante a oportunidade de conhecer mais sobre a marca. Para isso, a estratégia de marketing envolveu, por exemplo, a criação de games e espaços de exposições para mulheres, crianças e jovens, embalados por música, arte e moda. A empresa também usará os celulares com bluetooth como ferramenta de comunicação, emitindo torpedos sobre as atividades.

Entre as atrações, aliás, está o "Espaço Mulher", uma área exclusiva para as visitantes do Salão. O espaço foi planejado para dar informações sobre os veículos da marca e exibir as mudanças de produto feitas para atender ao público feminino. A estrutura será feita em vidro com vitrines que mostrarão as coleções de roupas criadas pela estilista Marcela Sant’Anna e de bolsas desenhadas por Mariana da Silva Telles, da marca RSVPurse, para a primeira edição do Volkswagen FashionHits, realizado em Curitiba no mês de agosto. O evento de moda apresentou peças que tiveram como matéria-prima componentes usados no automóvel.

A montadora alemã também programou, entre as diversas atrações, shows diários com artistas nacionais, abertos aos visitantes. Nesta edição do evento, a empresa promoverá ainda o debate "Tendências" com profissionais de diferentes áreas. O encontro, que terá um público convidado de 300 pessoas, será finalizado com um desfile da coleção verão 2007 da Iódice e apresentação de Nando Reis. (Gazeta Mercantil/Camila Teich e Sandra Azedo)

 

*Vendas de automóveis crescem 4%

A combinação entre juros ligeiramente menores e aumento da oferta de crédito para financiamento de bens reaqueceu o mercado de compra e venda de veículos no mês passado. Segundo levantamento da Assovesp – entidade que representa as revendas independentes do Estado de São Paulo –, o setor cresceu 4,05% na comparação com agosto. Em volume de contratos assinados, foram 95.077 em setembro contra 91.374 nos 30 dias anteriores.

Na avaliação por segmento, 72,5% (68.931) dos negócios foram realizados com veículos de motor 1.0 (mil cilindradas), resultado 7,77% acima do total de carros desse tipo negociados em agosto. No confronto com setembro de 2005 as vendas foram 48,32% superiores.

O levantamento anual também aponta para forte evolução. De janeiro até o último dia de setembro, 761.332 vendas foram efetivadas – 42,43% acima no acumulado do mesmo período de 2005, quando os negócios totalizaram 534.512.

No embalo das vendas, os financiamentos também contabilizaram alta significativa – sete pontos percentuais em relação a agosto (74% em setembro contra 67% no mês anterior).

O prazo para pagamento do financiamento, estatisticamente, ficou inalterado: 37 meses em setembro contra 36 meses em agosto. No entanto, o saldo financiado do negócio cresceu. Foram cobertos por financiamento 73% do valor do negócio, contra 68% em agosto, e quanto as trocas, caíram dois pontos percentuais: 62% agora em setembro contra 64% em agosto.

Valorização – A chegada das linhas 2007 às concessionárias pressionou para baixo os preços dos veículos nas revendas independentes. No caso dos carros mais antigos, a depreciação atingiu 1,02% no mês, enquanto os novos ficaram 1,66% mais baratos.

No mesmo período, os automóveis seminovos (até 1 ano de uso) acima de mil cilindradas tiveram valorização de 0,25%. Porém, os populares desvalorizaram 0,25%, mesma realidade dos carros a álcool (-0,15%), multicombustíveis (-0,25%) e importados (-1,99%).

Pesados – No segmento de caminhões, as vendas caíram forte em setembro. O recuo atingiu 6,68% no total de unidades negociadas – foram 4.739 contra 5.078 em agosto. Em relação a setembro do ano passado (quando as vendas chegaram a 6.778 caminhões), a retração é de 30,08%.

Os negócios financiados caíram 24 pontos percentuais: 45% em setembro contra 69% em agosto. O prazo de financiamento ficou praticamente estável: 36 meses em setembro contra 35 em agosto.

O saldo financiado também caiu. Foram financiados 50% dos negócios, em média, contra os 66% financiados em agosto. Trocas caíram 2 pontos percentuais: 53% em agosto/06 contra 51% em setembro. (Diário do Grande ABC/Hugo Cilo)

 

INDICADORES ECONÔMICOS - 10/10/2006
  COMPRA VENDA  
Dólar comercial R$ 2,149 R$ 2,151  
paralelo SP R$ 2,250 R$ 2,350  
Euro R$ 2,693 R$ 2,695  
IGPM (FGV) AGO: 0,37 SET: 0,29 AC/ANO: 2,26
Bolsa SP Índice: 38.654 Variação: 0,65 Valor: R$ 2,361 bi.

Mercado

*Audi constrói veículo de plástico

Em uma estratégia de marketing bastante ousada e arriscada, a Audi Brasil trouxe da Alemanha dois robôs, ao custo de R$ 500 mil cada, para esculpir um Audi A3 Sportback em um bloco de poliuretano – um tipo de plástico sólido com textura de espuma. A modelagem do veículo, que já está a venda no país, importado da Alemanha, irá durar oito dias, sem nenhum minuto de interrupção, e acontecerá em um estande montado na avenida Dr. Lineu de Paula Machado, atrás do Jockey Club, no Morumbi. No dia 18 de outubro, o molde será substituído por um modelo real, que ficará exposto por mais um dia.

O conceito da campanha chama a atenção: mostrar ao público a transformação de um bloco compacto de 1,4 toneladas em um esportivo de uma das marcas mais cobiçadas pelo aficcionados por carros. A história fica ainda mais interessante porque o molde será esculpido em tamanho real com todos os seus detalhes exteriores – como frisos, grades, vincos e dobras – sem nenhuma solda ou encaixe. Tudo ao alcance do olho do público interessado.

Os bastidores são espetáculo à parte. Juntando a equipe brasileira e alemã, foram 300 pessoas para transformar a idéia da agência em realidade. Só na programação das máquinas foram gastas 2,8 mil horas, enquanto outras 750 horas foram usadas para realização de testes. A base de concreto que sustentará a mini linha de montagem pesa 55 toneladas e o estande 140 m² tem vidro anti-ruído e um sistema de sucção para evitar que os resíduos de plástico atrapalhem a visibilidade do trabalho. Com tanto esforço, não será engano afirmar que transportar os robôs de 1,6 tonelada cada do outro lado do Atlântico foi a parte mais fácil.

Apesar de tanto esmero na concepção da idéia, o projeto tem falhas que podem prejudicar o resultado. A principal delas é a localização do estande. Ele está escondido em uma avenida no Morumbi sem fluxo de pedestres. Além disso, trabalhando a velocidade de 2,5 metros por segundo, os dois robôs levarão oito dias para terminar o carro. Quem perder meia hora de seu tempo para assistir a transformação não verá resultado algum. A ausência de um molde já pronto deixa o observador sem referência do que está vendo. A campanha só funcionará para quem se dispuser a acompanhar o processo diversas vezes durante todo o processo de fabricação.

Para minimizar o problema, a Audi conta, mais uma vez, com o suporte da tecnologia. No site da empresa, o internauta poderá acompanhar o trabalho das máquinas 24 horas por dia e com a possibilidade de escolher quatro ângulos diferentes. Boletins diários também serão transmitidos pelos canais da TV a cabo, GNT, Globonews e SporTV e Multishow, em horários variados. O investimento na ação não foi revelado pela empresa.

Serviço

Estande da Audi
Av. Dr. Lineu de Paula Machado, 1.517 - Morumbi
De 10 a 18 de outubro
24 horas/dia
www.audi.com.br
(Diário do Grande ABC/Lana Pinheiro)

 

*Xsara Picasso ganha versão "flex"

A Citroën incorporou tecnologia bicombustível à motorização 1.6 16V de seu Xsara Picasso. O propulsor da minivan passa a gerar 113 cavalos com álcool, acelerando de 0 a 100 km/h em 10,4 segundos e atingindo velocidade máxima de 189 km/h. Com 100% de gasolina, a potência é 110 cv, e o carro precisa de 10,7 segundos para ir da imobilidade a 100 km/h, chegando a máxima de 186 km/h.

Algumas alterações foram efetuadas para adaptar a tecnologia "flex" ao motor da minivan. Entre elas, remapeamento da central de gerenciamento eletrônico. Além disso, a bomba de combustível recebeu tratamento para suportar a maior pressão exercida pelo álcool. Esteticamente, a única modificação fica por conta do adesivo "flex" na tampa do porta-malas. Disponível na versão de acabamento GLX, o Xsara Picasso Flex é oferecido por R$ 52.490. (Carsale)

 

*GPS com voz eletrônica

No Brasil, por lei, o sistema só pode ser utilizado com informações de áudio. Utilizado em larga escala na Europa e nos Estados Unidos, o GPS - sigla para Global Position System, que significa sistema geral de posicionamento - está longe de ser realidade nos carros do Brasil. Além de dificuldades físicas, como a vasta extensão do território nacional e as péssimas condições das estradas que interligam algumas regiões, há um obstáculo maior para a implementação do acessório por aqui: a lei.

Embora não seja diretamente citado, os aparelhos que recebem coordenadas por satélites para orientar os motoristas estão enquadrados na resolução 190/2006 do Contran (Código Nacional de Trânsito). Segundo o artigo, objetos que tenham display visual podem distrair o condutor do veículo e, por conseqüência, provocar acidentes.

"São permitidas apenas setas no painel ou informações de áudio", adverte o coordenador-geral de infra-estrutura de trânsito do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Orlando Moreira Silva.

Curiosamente, nos países desenvolvidos, onde os índices de acidentes de trânsito são menores que o nosso, não há lei nesses moldes. Só para se ter uma idéia de como é normal rodar com o auxílio do GPS lá fora, cerca de 85% dos automóveis dos Estados Unidos vêm com dispositivos de localização instalados de fábrica. Na Europa, o mesmo ocorre com 60% da frota. Mas apesar das barreiras, as perspectivas para o segmento no País são otimistas.

"Rodam hoje no Brasil cerca de 25 milhões de carros sem qualquer tipo de receptor de coordenadas por GPS", calcula Alberto Gerardi, diretor-geral da Magnetti Marelli, durante apresentação do novo produto da empresa, o GPS Easyroad. "Acredito que, com a adequação de novos aparelhos à legislação brasileira, esse número tende a reduzir de forma significativa."

A novidade da empresa italiana, que será lançada no dia 15 de novembro, consiste em um sistema portátil de navegação que reúne, em um único aparelho, funções de reprodução de vídeo, MP3 player, além do carro-chefe: o localizador por GPS.

De fácil manuseio, o Easyroad agradou no test drive realizado. Depois de digitar o endereço desejado, basta que o motorista siga as orientações - impressionantemente precisas - de uma voz eletrônica. A versão testada, porém, foi a utilizada no exterior. A que será lançada no Brasil obedecerá às normas do Contran. Ainda sem preço sugerido, calcula-se que o Easyroad custará por volta de R$ 2 mil.

Há no mercado brasileiro outros produtos similares, como o MapLink Destinator. O sistema, que possui as características de localização por GPS, necessita, porém, que o usuário tenha um computador de mão para instalar o software. Desde que foi lançado, em 2002, o MapLink Destinator já vendeu 1,3 mil unidades. Um dos maiores problemas de ambos os aparelhos é que abrangem partes restritas do território nacional - apenas as grandes metrópoles.

Inicialmente, o GPS foi projetado para o uso militar. Na década de 80, o então presidente americano Ronald Reagan aprovou a liberação do aparelho para o uso civil. Na época da liberação do sistema, o Departamento de Defesa americano implantou um erro artificial chamado Disponibilidade Seletiva, para resguardar a segurança interna do país. Ela foi cancelada em 2000, pois o desenvolvimento tecnológico permitiu ao Departamento de Defesa obstruir a precisão do sistema em que os interesses americanos exigissem.

No Brasil, as empresas de transportes são os maiores usuários do equipamento, que é empregado para o rastreamento dos veículos de entrega. Mas como funciona o GPS? O sistema usa a tecnologia por satélite, fornecendo dados sobre a posição de um veículo ou pessoa em um determinado local. Os receptores medem os sinais de três ou mais satélites simultaneamente, determinam sua posição e usam o sincronismo dos sinais.

Um fator que afeta a precisão é a Geometria dos Satélites - localização dos satélites em relação uns aos outros sob a perspectiva do receptor GPS. Se um receptor estiver localizado sob quatro satélites e todos estiverem na mesma região do céu, sua geometria é pobre. Isso é, o receptor pode não ser capaz de se localizar, pois todas as medidas de distância provém da mesma direção geral. Desta forma, mesmo que o receptor mostre uma posição, a precisão não é boa. A geometria dos satélites torna-se ainda mais importante quando se usa o GPS próximo a edifícios ou em áreas montanhosas. (Gazeta Mercantil/Luiz Thiago e Antonio Puga)

 

*MAN ainda no páreo pelas ações da Scania

A MAN, a terceira maior montadora de caminhões da Europa, disse que a retirada de sua oferta de takeover pela concorrente Scania, está condicionada a um acordo segundo o qual todas as conversações devem ter o "objetivo claro" de fundir as duas companhias. "Convidamos todas as partes para as negociações", disse o porta-voz Andreas Lampersbach.

A Volkswagen, a maior acionista da MAN e da Scania, aceitou a oferta de realizar as conversações na segunda-feira. A Scania e a Investor AB, a segunda maior acionista da montadora de caminhões da Suécia, não responderam à proposta, disse Lampersbach.

Outras condições para a MAN retirar a proposta e participar de conversações diretas incluem "a definição dos processos, grupos de trabalho e prazo rigoroso", disse Lameprsbach. O "conceito industrial" apresentado pela fabricante de caminhões em sua proposta, como a preservação das marcas MAN e Scania, deverá ser a base para as discussões, explicou o porta-voz.

Posição da Volks

O CEO da Volkswagen, Bernd Pischetsrieder, disse na segunda-feira que seu objetivo é chegar a um acordo para unir as fabricantes de veículos comerciais com a divisão brasileira de caminhões pesados da companhia sediada em Wolfsburg, Alemanha, nas quatro próximas semanas.

A Volks, a maior montadora da Europa, detém 34% dos direitos de voto da Scania, sediada em Soedertaelje, na Suécia, e 18,7% do capital acionário. Depois da proposta inicial da MAN, a Volkswagen começou adquirindo ações da MAN, anunciando no dia 4 de outubro que adquirira 15,1% da fabricante alemã de caminhões como medida "estratégica".

A Investor, uma holding controlada pela família Wallenberg da Suécia, detém 19,3% dos direitos de voto da Scania, e 10,8% do capital.

"Um pré-requisito para a Scania e a MAN poderem discutir uma fusão é a retirada da oferta", disse o porta-voz Frederick Lindgren, da Investor, sediada em Estocolmo, em entrevista por telefone. "É complicado sentar ao lado de um concorrente que apresentou uma oferta pela companhia, e discutir questões específicas desta", disse Frederick Lindgren, da Investor. (Gazeta Mercantil/Bloomberg News)

 

*GM investe na África do Sul

A General Motors, planeja fabricar 10 mil veículos esportivos utilitários Hummer H3 por ano na África do Sul, que serão em parte exportados para a Europa, Oriente Médio e Ásia. A montadora investirá US$ 79,97 milhões na fábrica de Port Elizabeth e contratará mais 500 metalúrgicos, disse ontem Maureen Kempston Darkes, presidente da GM para a América Latina, África e Oriente Médio.

A África do Sul será o único país fora do mercado doméstico da GM a fabricar o Hummer. "Temos fé na economia e na estabilidade política do país". (Gazeta Mercantil/Bloomberg News)

 

*Toyota lança a décima geração do Corolla

A Toyota lançou ontem no Japão a décima geração do modelo Corolla. O lançamento é considerado um passo-chave do gigante automobilístico japonês em sua tentativa de desbancar a General Motors como primeiro fabricante mundial do setor.

A Toyota, que tem o objetivo de vender 9,8 milhões de veículos no mundo todo em 2008, apresentou dois modelos do novo Corolla: o Axio, um sedã, e a perua Fielder. Os preços sugeridos para o mercado japonês são 1,4 milhão de ienes (US$ 12 mil) e 2,3 milhões de ienes (US$ 19,75 mil), respectivamente.

“Queríamos desenvolver um Corolla que não existia antes e que tem um novo atrativo”, afirmou o presidente da Toyota, Katsuaki Watanabe. O executivo disse esperar que os dois modelos apresentados ontem atraiam também uma nova geração de clientes.

O Axio dispõe de um sistema de monitoramento da visão traseira que permite mostrar a parte de trás do veículo quando se está estacionando, por exemplo. Alguns modelos Axio terão também um sistema de radar para detectar um alto risco de colisão.

A Toyota quer vender 6 mil unidades do Axio e do Fielder por mês no Japão. O fabricante japonês produz o Corolla em 16 países e zonas econômicas. Desde seu nascimento em 1966, foram vendidas 32 milhões de unidades do Corolla em 140 países.

Liderança

A Toyota segue em passo firme no sentido de desbancar a GM da liderança mundial na venda de veículos. A empresa revelou em setembro seus planos de alcançar a marca de 9,8 milhões de veículos vendidos em 2008. Com isso, é praticamente certo que ultrapassaria a GM. A montadora americana vendeu 9,2 milhões de carros no ano passado. Mas, em crise, está no meio de um processo de reestruturação que prevê fechamento de fábricas e corte na produção, o que deve reduzir este número. No ano passado, a Toyota vendeu 8,13 milhões de unidade, e projeta vendas de 8,85 milhões este ano - incluindo as vendas da Hino Motors, que fabrica caminhões, e da Daihatsu, especializada em carros pequenos.

A Toyota vem ganhando o mercado das rivais americanas - já tirou a Ford do posto de segunda do mundo - graças principalmente aos seus carros mais econômicos. Com a escalada dos preços do petróleo, as vendas desse segmento não param de crescer. (O Estado de S. Paulo/EFE)

 

Eventos

*Contagem regressiva para o Salão do Automóvel

Entre os dias 19 e 29 deste mês, os últimos lançamentos das montadoras que deverão chegar ao mercado nacional estarão no 24° Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, no Pavilhão de Exposições do Anhembi. Saiba que modelos brilharão nos estandes das principais marcas.

Audi – A montadora alemã reunirá um bom número de lançamentos. Todos serão importados para o país até o fim do ano que vem: cupê TT, sedã S6, sedã S8, esportivo RS4, A4 cabriolet ,utilitário esportivo Q7 e A3 Sportback. Os dois últimos já são vendidos por aqui.

Citroën – O C4 Picasso 2.0 está no Salão de Paris, que prossegue até o dia 15, e será vendido aqui a partir de março de 2007 por R$ 90 mil. A marca aproveita o evento para lançar o C6, que estará à venda a partir de novembro, com preço de R$ 230 mil.

DaimlerChrysler – A Mercedes destacará sua linha de alta performance com Classe E 63AMG, Classe ML 63AMG e CLS 63AMG, que serão vendidos sob encomenda. O Chrysler 300C SRT8 e Jeep Grand Cherokee SRT8 também serão apresentados.

Ferrari – Um dos locais mais visitados no Salão, o estande da marca italiana destacará a 599 GTB Fiorano.

Fiat – A montadora apresenta o Croma para ser avaliado pelo público e, com isso, deve decidir se o modelo virá para o Brasil, apesar de haver especulações sobre a sua chegada no ano que vem.

Ford – O Mustang Shelby Cobra GT 500 dividirá as atenções com os conceitos Fairlaine e Edge. O EcoSport automático também estará no Salão.

Honda – A marca exibirá toda a linha de modelos. É provável que o Civic e o Fit com motores flexíveis também estejam lá..

Hyundai – O conceito HCD9 Talus estreou no Salão de Detroit, no início do ano, e vem equipado com um motor de 4,6 litros V8 associado a uma transmissão automática de cinco velocidades.

Peugeot – O 407 Coupé, que já está à venda na Europa, e o 20 Cup, conceito esportivo de três rodas, serão as estrelas da marca francesa.

Renault– As versões conversível e perua do Mégane, além do conceito Fluence, estarão entre as novidades da Renault. A perua será vendida no Brasil até o fim do ano.

SsangYong – A marca coreana levará a segunda geração do Rexton e os utilitários Kyron e Actyon.

Volkswagen – Touareg com motor W12, Passat e Variant Turbo, New Beetle cabriolet, Eos, Polo GTI, Concept T e SpaceFox Crossover marcarão presença ao lado do restante da linha da montadora alemã. (Diário do Grande ABC)

 

*Volks mostra versão off-road da SpaceFox

SpaceFox Crossover. Este será o modelo exclusivo da Volkswagen no Salão do Automóvel de São Paulo, que abre suas portas ao público no próximo dia 19. O carro, que é uma mistura de perua e minivan, também entra na onda dos urbanos com apelo off-road, embora não tenham a verdadeira estrutura para enfrentar a terra - a montadora faz segredo e não divulga fotos do lançamento. Outros modelos apresentados pela Volks já foram vistos aqui ou no exterior. A montadora, que mantém a vice-liderança de venda no País, apresentou anteontem sua estrutura para atender ao público e à imprensa durante os dez dias do evento, que será encerrado no dia 29, data também em que se decidirá o segundo turno da eleição presidencial.

De acordo com o diretor de vendas e marketing da Volkswagen, Paulo Sérgio Kakinoff, o objetivo será buscar uma interação com o público, ao mesmo tempo em que a montadora procurará mostrar a tendência mundial em design e tecnologia. O estande da VW terá área de 6.450 metros quadrados. O objetivo é criar uma arena para receber até 450 pessoas. Haverá shows diários, com Nando Reis, Luiza Possi, Luciana Mello e Wilson Sideral. Os convites serão distribuídos aos visitantes no salão.

No dia 24, estilistas, arquitetos, sociólogos e estudantes vão discutir tendências estéticas, conceituais e de consumo no desenvolvimento de produtos. Telões de alta definição foram montados estrategicamente para que o público veja os produtos da marca mesmo longe da arena. O recurso é muito usado em Salões de importância mundial, como o de Paris, realizado no mês passado. De acordo com Kakinoff, a indústria aproveita toda a discussão na sociedade para elaborar produtos que acompanhem as tendências de comportamento.

Mas como quem vai ao Salão quer mesmo é ver carros, a Volks terá alguns modelos que ainda não foram vistos pela maioria do público brasileiro. Entre os mais interessantes, está o Eos, modelo que tem uma capota rígida, que, ao toque de um botão, se recolhe e transforma o sedã em um cabriolet. O modelo, com motor de 150 cavalos, estará à venda no Brasil no ano que vem e deverá custar em torno de R$ 100 mil. No último verão europeu fez muito sucesso e esteve entre os mais vendidos de sua categoria. Mesmo sendo um país tropical, o Brasil não costuma se dar bem com carros conversíveis.

Entre os conceitos, que sempre acabam por atrair a atenção do público, a Volkswagen apresentará o Concept T, cupê off-road que busca fundir conceitos de um SUV com esportivos. O resultado parecer ser o de um buggy moderno. A montadora alemã pretende tirar desta fusão um novo segmento que possa orientar seus produtos em um futuro não muito distante.

A Volks vai testar também a aceitação do Pólo GTI, numa versão de duas portas, com motor 1.8 turbo e 150 cavalos de potência. A denominação GTI, que fez muito sucesso anos atrás com as primeiras versões do Gol, pode ressurgir. A versão do Pólo ficou bastante interessante, inclusive com um acabamento interno com apelos de esportividade. Por falar em Gol, o carro que completa 20 anos consecutivos de liderança de vendas, será apresentado ao público totalmente desmontado dentro de uma estrutura metálica.

A Volks terá ainda em seu estande: Fox, CrossFox, SpaceFox, Pólo sedã, Bora (com uma versão que participa da Stock Car), New Beetle, Jetta, importado do México com a nova configuração de motor (V5, de 150 cavalos), Tuareg (também com motor reforçado de 450 cavalos) e o Passat V6.

A velha Kombi será apresentada em forma de arte. Um modelo foi pintado pelo artista plástico Reynaldo Berto em homenagem à cidade de São Paulo. O profissional estará no Salão, com um ateliê dentro da Kombi. Ele pintará peças de sucatas que serão distribuídas aos visitantes. "Pensar no automóvel como extensão da nossa vida é uma tendência, pois passamos horas dentro dele", afirmou Kakinoff.

O Salão do Automóvel é uma excelente oportunidade para as montadoras entenderem melhor o consumidor, ainda mais em um momento em que o mercado brasileiro passa por transformações - está em crescimento, mas ainda longe de atingir a maturidade. Este ano, as vendas não devem alcançar a marca de 1,9 milhão de unidades de automóveis e comerciais leves. A última vez que este número foi atingido no mercado interno foi em 1997. Diante do quadro de incertezas, os lançamentos foram reduzidos e a indústria passou a ter mais cautela em seus investimentos no Brasil. (Gazeta Mercantil/Wagner Oliveira)

 

*Potência no estande da Honda

No estande da Honda no Salão do Automóvel de São Paulo, a estrela será o New Civic Si, modelo esportivo que será produzido no Brasil a partir de 2007 e, segundo a montadora, será o automóvel de produção nacional mais potente do mercado. O público também vai conhecer a terceira geração do utilitário esportivo Honda CR-V, que chega com visual totalmente renovado em sua versão 2007. Para quem curte velocidade, o Fórmula 1 RA106, monoposto da equipe Honda Racing F1 Team pilotado pelo brasileiro Rubens Barrichello e pelo inglês Jenson Button estará no estande. (Gazeta Mercantil)

 

*VW Polo GTi chega no salão

Uma das atrações da Volkswagen no Salão do Automóvel será o Polo GTi. O carro tem visual igual ao da nova versão brasileira que é o mesmo do europeu. Entretanto, está disponível na versão três portas, e é equipado com motor 1.8 Turbo, de 150 cavalos. Segundo Paulo Kakinoff, diretor de marketing e vendas da montadora, as vendas do Polo GTi no Brasil começam no dia da abertura do salão, por encomenda – já que o carro será importado da Europa.

Ele contará, além do motor potente, que entrega ronco esportivo, com ampla lista de itens de série. Dentre os quais estão airbags frontais e laterais, sistema de som com CD Player e MP3, ar-condicionado e bancos esportivos, com suporte lateral. O câmbio manual de cinco marchas teve suas relações reduzidas, e por isso conta com a quinta mais longa. Sistema de freios e suspensão também são exclusivos para a versão GTi. Assentos revestidos de couro estão entre os opcionais.

Segundo Kakinoff, mesmo antes do lançamento oficial, já foram comercializadas 27 unidades do Polo GTi no Brasil. Entretanto, as vendas ficaram restritas a clientes especiais e executivos da montadora; ainda não é possível encontrar o carro em concessionárias para encomenda. “A divulgação do preço acontecerá no salão, mas este será R$ 8 mil superior a de um Polo nacional com todos os itens do GTi”, diz Kakinoff. Uma outra fonte da montadora estima que o valor final ficará entre R$ 85 mil e R$ 90 mil. O Salão do Automóvel, em São Paulo (SP), abre suas portas para o público no dia 19 de outubro. (Carsale)

 

*VW terá maior estande do Salão do Automóvel

A Volkswagen divulgou na segunda-feira (9) detalhes sobre suas principais atrações no Salão do Automóvel, entre os dias 19 e 29 de outubro, em São Paulo (SP). A estrela do estande da marca será o novo Polo, disponível nas versões hatch e sedã, cujo início das vendas coincide com a abertura do evento. A empresa já revelou fotos do modelo compacto, mas ainda faz mistério sobre detalhes do SpaceFox Crossover.

A versão com apelo "off-road" da perua será apresentada na mostra como conceito, pois só chega ao mercado no segundo trimestre do ano que vem. Segundo Paulo Kakinoff, diretor de marketing e vendas da VW, o nome do carro ainda não é definitivo. "No salão, pediremos sugestões ao público, e podemos considera-las na eventual escolha de um novo nome para o modelo", afirma o executivo. Os detalhes sobre o SpaceFox Crossover só serão revelados na abertura do evento.

Ainda na linha fora de estrada, a VW mostrará também a versão W12 do Touareg, à venda no Brasil a partir do ano que vem, e o protótipo Concept T. Revelado na edição 2004 do Salão de Detroit (EUA), o modelo conceitual fornece bases para a linha de produtos 4x4 da companhia, como o Touareg e o futuro Tiguan. Para os que gostam de esportividade, a VW promove estréia nacional do Polo GTi, com motor 1.8 Turbo, de 150 cavalos, inspirado na versão com carroceria duas portas.

Segundo Kakinoff, as vendas do modelo em nosso mercado começam na abertura do salão. Como é importado da Europa, o Polo GTi será comercializado por encomenda. Na linha executiva, a VW apresenta as versões V6 do Passat e Passat Variant, que chegam em 2007. Outro modelo que deve chamar atenção é o Eos, conversível lançado na Europa em março. Suas vendas no Brasil também começam no ano que vem.

Além da exposição de diversos modelos, a VW terá diversas atividades em seu estande de 4.450 metros quadrados, o maior da mostra. Haverá espaço exclusivo para mulheres, com palestras e desfile de moda da grife Iódice. As crianças poderão se entreter no Espaço Kids, cujo principal destaque é a presença de simuladores. Assim como no ano passado, serão realizados shows de música diários, desta vez com a presença de artistas como Nando Reis, Luiza Possi, Luciana Mello e Wilson Sideral. (Carsale/Rafaela Borges)

 

*Stark 4WD é o primeiro off-road bicombustível

A TAC (Tecnologia Automotiva Catarinense S.A.), sociedade anônima de capital fechado criada em 2004, está apresentando o veículo Stark 4WD Flex, o primeiro fora-de-estrada com motor bicombustível no País. O modelo é um 4x4 produzido em estrutura tubular, com design moderno e alta tecnologia, construído para rodar em qualquer tipo de terreno, desde off-road até solos urbanos.

Ele apresenta transmissão de cinco velocidades, tração nas quatro rodas, direção hidráulica e freios a disco nas quatro rodas. O veículo chega à velocidade de 159 km/h e tem motor Volkswagen. A TAC tem planos de produzir o Stark no segundo semestre de 2007, com fabricação de 100 carros por mês no terceiro ano de funcionamento. O público poderá conhecer o Stark 4WD no Salão Internacional do Automóvel, entre 19 e 29 de outubro, no Anhembi, em São Paulo. (AutoZ)

 

*Nissan lança Murano no Brasil

A Nissan do Brasil acaba de apresentar o crossover Murano à imprensa especializada brasileira, em evento realizado em Sumaré, no interior de São Paulo. Revelado ao público do país em 2004, durante o Salão do Automóvel de São Paulo, o modelo chega ao mercado nacional na versão SE, importada do Japão, e com preço sugerido ao consumidor de R$ 220 mil.

Segundo Nélio Bilate, diretor de Vendas e Marketing da Nissan Mercosul, as vendas do Murano começam oficialmente no próximo dia 23, com pré-venda programada para o dia 20, no estande da marca no salão. O Murano é equipado com motor 3.5 V6 DOHC e 24 válvulas, a gasolina, capaz de entregar 231 cavalos de potência a 6.000 rpm, e 32,42 kgfm de torque a 3.600 rpm. Trata-se do mesmo propulsor usado no cupê esportivo 350Z, porém subtraído de 49 cavalos.

Entre os principais equipamentos de série oferecidos no crossover estão faróis de xenon com ajuste de facho, freios a disco com ABS, EBD e Brake Assist, rodas de alumínio de 18 polegadas, equipamento de áudio "Bose", comandos de som e controladores de velocidade no volante, monitor de cristal líquido no painel e ar-condicionado automático. A lista inclui ainda, airbags duplos para motorista e passageiro, airbags laterais e tipo cortina.

A expectativa de vendas do Murano é de 10 a 15 unidades/mês até o fim do ano e de 200 unidades em 2007. Desde que foi lançado, em 2003, o modelo acumula média de vendas de 100 mil unidades anuais na Europa, Japão e Estados Unidos. (Carsale/Marcelo Goto)

 

*Renault apresenta versão especial do Clio

A Renault preparou para o Salão do Automóvel, entre os dias 19 e 29 de outubro, em São Paulo (SP), o Clio Tuning. Baseado na versão hatch 1.6 16V Hi-Flex, o modelo conta com ampla lista de itens exclusivos. Além dos itens da versão topo da linha, Privilège, há ainda bancos revestidos de couro, molas de suspensão Eibach, rodas de liga leve de 16 polegadas, com desenho exportivo e lanternas traseiras de plástico translúcido.

Além disso, para reforçar o visual esportivo, a Renault incorporou ao carro saias laterais, spoiler frontal e aerofólio traseiro. O modelo vem com uma cor exclusiva, batizada pela montadora de preto Nacré. No quesito entretenimento, há um moderno sistema de áudio com DVD e dois amplificadores.

O motor 1.6 16V bicombustível do Clio Tuning desenvolve 115 cavalos de potência abastecido com 100% de álcool. Nestas condições, acelera de 0 a 100 km/h em 9,3 segundos, atingindo velocidade máxima de 194 km/h. (Carsale)

 

Competição

*Desafio aos estudantes

Dezessete equipes de estudantes de engenharia do sul do País estão empenhadas na construção dos "mini bajas" que vão participar do IV Desafio Dana Baja Sul, nos dias 21 e 22 de outubro. Promovida pela Dana, em parceria com a SAE (Sociedade de Engenheiros da Mobilidade) - Seção Porto Alegre, a competição de protótipos off-road será realizada dentro do complexo industrial da empresa em Gravataí (RS), em uma pista construída especialmente para a prova. (Gazeta Mercantil)

 


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