A Dana desenvolve e fabrica soluções e produtos de valor agregado para veículos automotivos, comerciais e fora-de-estrada.


Automotive Solutions
Commercial Vehicle Solutions
Off-Highway Solutions
Aftermarket Solutions

Abrir todos
Logo Canal DanaInformativo com as principais notícias da indústria automotiva 
  06/03/2007   
  • Canal Dana ganha versão especial impressa encartada na revista AutoData

    • O Canal Dana, já disponível em formato de newsletter on-line com mais de 15.000 assinantes e também em vídeo no site da Dana, acaba de ganhar uma versão especial impressa, ampliando ainda mais o seu alcance. Encartada na revista AutoData, a partir deste mês, a publicação inicia, no ano em que a Dana comemora 60 anos de Brasil, uma série sobre suas soluções, serviços e produtos e também os temas mais importantes presentes em sua história no País.

      Na edição de estréia, o encarte Canal Dana conta, em quatro páginas, mais sobre as completas soluções em torque desenvolvidas no Brasil, apresentando as principais linhas de cardans veiculares, capazes de atender às necessidades do mais sofisticado sport-utility ao exigente trabalho de um caminhão nas minas de carvão ou no canavial.

      Respeito ao meio ambiente também é tema nesta edição, demonstrando que este princípio, abraçado há mais de 30 anos pela empresa no Brasil, é vital para a sustentabilidade dos negócios, com destaque para as práticas adotadas no Complexo Industrial de Gravataí.

      A próxima edição do encarte Canal Dana abordará as soluções em Tração, apresentando as linhas de eixos diferenciais leves e sistemas anti-deslizantes, além de contar mais sobre gestão ambiental nas demais operações no Brasil.



  • A pressa não é só inimiga da perfeição. É também sintoma de infelicidade.
    (Provérbio chinês)


    Momento QUEBRA TUDO: "O que você está tentando atingir?"
    Perguntas extraídas do mini-livro "Se você tem todas as respostas, é porque não está fazendo todas as perguntas", de Ricardo Jordão - www.bizrevolution.com.br

  • Ford pede liberação dos créditos de ICMS

    • Os obstáculos à exportação, principalmente os créditos de ICMS acumulados pelas montadoras de veículos nas vendas externas, predominaram na conversa que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, manteve ontem com altos executivos da Ford. "Não é só o câmbio que afeta a nossa competitividade. O ministro mostrou-se sensível a essas dificuldades. Obviamente, não é uma questão só do governo federal. É dos governos estaduais também", explicou o diretor de Assuntos Corporativos da Ford e atual presidente da Anfavea (entidade que representa as montadoras), Rogélio Golfarb.

      Segundo o diretor da montadora americana, somente no Estado de São Paulo as fabricantes têm mais de R$ 3 bilhões em créditos de ICMS não compensados. A Ford exporta aproximadamente 41% da sua produção.

      A preocupação com a competitividade das exportações brasileiras envolve diretamente a competição da China e Golfarb também comentou que esse país continua sendo um "tsunami" competitivo e que, portanto, é ilusão achar que o Brasil ganha com medidas do governo chinês que pretendem limitar em 8% ao ano o crescimento. "A pressão competitiva da China vai continuar. Isso não vai nos dar alívio", comentou.

      A visita ao ministro da Fazenda também foi marcada para a apresentação do novo grupo de executivos da montadora. O novo presidente da Ford para o Mercosul é Marcos de Oliveira. Para América do Sul, Canadá e México, o novo presidente é Dominic Dimarco. Golfarb é diretor de Assuntos Corporativos para a América do Sul.

      Os executivos da Ford também falaram a Mantega das novas operações e investimentos de R$ 2,2 bilhões para o Nordeste e R$ 320 milhões para a unidade de São Bernardo do Campo (SP). Os R$ 2,2 bilhões incluem a compra da Troller, no Ceará, e também consideram a competitividade de produtos e da engenharia. Mas não significa aumento da capacidade em Camaçari (BA). A Ford está preparando, com esse investimento, seis novas "ações de produto" nos próximos quatro ou cinco anos. "Não posso contar aos meus competidores o que estamos fazendo", justificou Golfarb.

      Muito desse investimento vem no cenário da estabilidade macroeconômica que o Brasil está vivendo atualmente, segundo o que afirmou o diretor da Ford. "Vamos continuar investindo e continuar acreditando que o Brasil é um bom lugar para investir", disse. (Valor Econômico)
  • Um brasileiro vai comandar o marketing mundial da VW

    • Mais um talento brasileiro passa a ocupar cargo de destaque na operação mundial do grupo Volkswagen. Aos 32 anos, Paulo Sérgio Kakinoff passa a comandar um comitê de desenvolvimento de marketing para a marca em todo o planeta. Ele chegou ontem à Alemanha, onde passará a morar e trabalhar no posto de "Head of Group Sales Development".

      Kakinoff segue os mesmos passos de Luiz Carlos Veiga, só que em outra área. Um dos melhores designers do Brasil, Veiga dirige há mais de dois anos um escritório na Alemanha para recrutar e desenvolver jovens talentos em vários países em que a Volkswagen tem produção de veículos.

      Kakinoff chegou aos 22 anos à Volkswagen do Brasil, como trainee. Desde então, só cresceu na companhia, chegando a ocupar o cargo de diretor de Vendas e Marketing - posto que agora fica vago, de acordo com o novo organograma da montadora com sede no ABC. Entre 1996 e 1997, Kakinoff atuou como representante da assistência técnica.

      Em 1998, foi promovido a coordenador administrativo. De 1999 a 2001, assumiu o posto de gerente de vendas. Em 2002, já era gerente-executivo de marketing. Em 2003, assumiu o posto de diretor de Vendas e Marketing, cargo que agora fica vago.

      Os gerentes Gustavo Schmidt (vendas) e Marcelo Olival (marketing) passam agora a responder ao vice-presidente de Vendas e Marketing da Volkswagen do Brasil, cargo ocupado pelo mexicano Francisco Sada Sanz. Este posto era ocupado por Berthold Krueger, que também deixou o Brasil para ocupar o comando da área comercial da Seat, marca do grupo Volkswagen, na Alemanha.

      Uma das marcas que Kakinoff deixa é a atual assinatura de marketing, aquela que diz que um Volkswagen é "perfeito para sua vida". Bastante comunicativo em geral com os jornalistas, Kakinoff é conhecedor do mercado brasileiro, que neste ano deve chegar a 2,1 milhões de carros e comerciais leves comercializados.

      No último salão do automóvel de São Paulo, realizado em dezembro passado no Salão do Anhembi, em São Paulo, Kakinoff buscou aprofundar o conceito de tornar a Volkswagen um marca cada vez mais apreciada pelo público jovem.

      A arena da Volkswagen, como era chamado o estande da Volks, investiu em shows e apresentações de personalidades de várias tendências culturais, como arquitetura, moda e designer. Para Kakinoff, a indústria automobilística tem a obrigação de captar estes conceitos e de uma certa forma adaptá-los aos veículos, onde as pessoas passam cada vez mais tempo de suas vidas. Paulo Sérgio Kakinoff se formou em administração no Mackenzie. Também fez curso de pós-graduação em gestão empresarial.

      Os conhecimentos sobre o mercado brasileiro - tido como um dos mais desafiadores do mundo em razão de suas turbulências do passado e hoje em fase de normalização e crescimento - serão muito úteis em seu novo cargo na cidade de Berlim. (Gazeta Mercantil/Wagner Oliveira)
  • Mesmo crescendo pouco, "a China é um tsunami", diz Rogelio

    • A decisão do governo chinês de fixar como meta um crescimento econômico de 8% neste ano não deve diminuir a pressão competitiva da China sobre o Brasil. A avaliação é do presidente da Anfavea (Associação Nacional de Veículos Automotores), Rogelio Goldfarb.

      "A medida não nos dará alívio do ponto de vista da competitividade. Para nós, do ponto de vista competitivo, a China é um tsunami", disse o executivo, após uma reunião com o ministro da Fazenda, Guido Mantega.

      Para o presidente da Anfavea, não se pode iludir com a decisão da China de crescimento de só 8%. "O mundo inteiro está de olho na China", alertou. Goldfarb, que também é diretor para Assuntos Corporativos da Ford na América do Sul, disse que é preciso mapear os gargalos da produção no Brasil.

      "Não é só o câmbio que afeta a competitividade. Tem outros aspectos como a acumulação dos créditos de ICMS", afirmou. "Nós ainda pagamos imposto para exportar", disse. Segundo ele, só em São Paulo, as montadoras teriam mais de R$ 3 bilhões para receber a título de reembolso pelo ICMS recolhido pelo Estado sobre a cadeia de produção de veículos, que acaba pesando sobre as exportações, que, em tese, são isentas de impostos.

      O dirigente da Anfavea disse que a compensação do crédito relativo a ICMS é fundamental para a indústria automobilística, que exporta grande parte da produção. Ele informou que a Ford exporta, atualmente, 41% de sua produção no Brasil. Segundo ele, a audiência com o ministro da Fazenda serviu para apresentar a nova diretoria da Ford no Mercosul e na região formada por América do Sul, Canadá e México, e para explicar os investimentos de R$ 2,2 bilhões previstos para os próximos cinco anos no Brasil. (Diário do Grande ABC)

  • 5/3/2007
     COMPRAVENDA
    Dólar comercialR$ 2,133R$ 2,135
    paralelo SPR$ 2,200R$ 2,300
    EuroR$ 2,799R$ 2,800

    IGPM (FGV)JAN: 0,50%FEV: 0,27%AC/ANO: 0,77%
    Bolsa SPÍndice: 41.179 Variação: -2,81 Valor: R$ 3,740 bi.
  •  Mercado

  • Carro elétrico brasileiro chega em julho

    • A edição 2007 dos Jogos Pan-Americanos, que acontece em julho, no Rio de Janeiro, será palco da apresentação do primeiro carro elétrico totalmente montado no Brasil. Trata-se do Projeto Veículo Elétrico, desenvolvido pela Itaipu em parceria com empresas brasileiras e estrangeiras.

      Atualmente o projeto está na fase de construção de protótipos, com os primeiros modelos em testes nas ruas do Rio de Janeiro. O carro definitivo a ser apresentado no Pan já tem dono: a Eletrobrás, que junto a outras empresas que apoiam o projeto encomendaram até o momento 15 unidades.

      O engenheiro da subsidiária da Eletrobrás responsável pela coordenação do projeto, Celso Novais, conta que tudo começou no ano passado. "Itaipu e Fiat produziram, já como parte do projeto, cinco veículos elétricos, que foram transformados, de à combustão para elétrico, na Europa", detalha. Todos os modelos, segundo o engenheiro, vieram para o Brasil: dois na Itaipu, um com a Fiat e os outros dois para CPFL e Ampla.

      No caso da distribuidora Ampla, a frota de 1,5 mil veículos conta com um Palio e uma moto equipados com motores movidos a eletricidade. De acordo com o responsável pela área de Pesquisa e Desenvolvimento da empresa, Acácio Barreto, em breve devem ser utilizados em serviços. "O carro elétrico será utilizado em atividades reais da empresa, nas quais são usados hoje carros a gasolina ou álcool. Serão realizadas diversas medidas para avaliar o comportamento dos VEs em serviço e em recarga das baterias, visando substituir, se possível, toda a frota", informa.

      Um dos motivos que levou a Ampla a apostar nessa tecnologia, além do custo menos em combustível e ganhos ambientais, foi a possibilidade de negociar créditos de carbono via MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo). De acordo com o Protocolo de Quioto, através deste mecanismo os países industrializados não precisam diminuir suas emissões de carbono na atmosfera desde que invistam em projetos ambientalmente limpos como no dos veículos elétricos.

      De acordo com seus responsáveis, o Projeto Veículo Elétrico foi idealizado com o objetivo de produzir um protótipo partindo da tecnologia existente. "O modelo atual tem uma autonomia de 120 km, velocidade máxima de 130 km/h e bateria com tempo de recarga de oito horas", revela Novais. Em cinco anos, segundo o engenheiro, a meta é construir um veículo com custo similar ao de um modelo popular. Este, por sua vez, teria autonomia de 450 km, velocidade máxima de 150 km/h e tempo de recarga das baterias de 20 minutos. (Canal do Transporte)
      A edição 2007 dos Jogos Pan-Americanos, que acontece em julho, no Rio de Janeiro, será palco da apresentação do primeiro carro elétrico totalmente montado no Brasil. Trata-se do Projeto Veículo Elétrico, desenvolvido pela Itaipu em parceria com empresas brasileiras e estrangeiras.

      Atualmente o projeto está na fase de construção de protótipos, com os primeiros modelos em testes nas ruas do Rio de Janeiro. O carro definitivo a ser apresentado no Pan já tem dono: a Eletrobrás, que junto a outras empresas que apoiam o projeto encomendaram até o momento 15 unidades.

      O engenheiro da subsidiária da Eletrobrás responsável pela coordenação do projeto, Celso Novais, conta que tudo começou no ano passado. "Itaipu e Fiat produziram, já como parte do projeto, cinco veículos elétricos, que foram transformados, de à combustão para elétrico, na Europa", detalha. Todos os modelos, segundo o engenheiro, vieram para o Brasil: dois na Itaipu, um com a Fiat e os outros dois para CPFL e Ampla.

      No caso da distribuidora Ampla, a frota de 1,5 mil veículos conta com um Palio e uma moto equipados com motores movidos a eletricidade. De acordo com o responsável pela área de Pesquisa e Desenvolvimento da empresa, Acácio Barreto, em breve devem ser utilizados em serviços. "O carro elétrico será utilizado em atividades reais da empresa, nas quais são usados hoje carros a gasolina ou álcool. Serão realizadas diversas medidas para avaliar o comportamento dos VEs em serviço e em recarga das baterias, visando substituir, se possível, toda a frota", informa.

      Um dos motivos que levou a Ampla a apostar nessa tecnologia, além do custo menos em combustível e ganhos ambientais, foi a possibilidade de negociar créditos de carbono via MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo). De acordo com o Protocolo de Quioto, através deste mecanismo os países industrializados não precisam diminuir suas emissões de carbono na atmosfera desde que invistam em projetos ambientalmente limpos como no dos veículos elétricos.

      De acordo com seus responsáveis, o Projeto Veículo Elétrico foi idealizado com o objetivo de produzir um protótipo partindo da tecnologia existente. "O modelo atual tem uma autonomia de 120 km, velocidade máxima de 130 km/h e bateria com tempo de recarga de oito horas", revela Novais. Em cinco anos, segundo o engenheiro, a meta é construir um veículo com custo similar ao de um modelo popular. Este, por sua vez, teria autonomia de 450 km, velocidade máxima de 150 km/h e tempo de recarga das baterias de 20 minutos. (Canal do Transporte)
  • Honda muda em abril seu comando no País

    • Sho Minekawa, de 52 anos, assume em 1.º de abril a direção da Honda do Brasil e América do Sul. O atual presidente, Tetsuo Iwamura, no cargo há quatro anos, vai comandar a montadora nos EUA, onde está hoje Koichi Kondo, seu antecessor no País, que voltará para a matriz no Japão. Minekawa vem da subsidiária do grupo na China, que opera em parceria com uma empresa local. (O Estado de S. Paulo)
  • Marcopolo compra 39,59% da San Marino/Neobus

    • A Marcopolo S.A., um dos maiores fabricantes mundiais de carrocerias para ônibus, de Caxias do Sul (RS), anunciou ontem a aquisição de 39,59% da San Marino Ônibus e Implementos Ltda. As negociações duraram dois meses, mas o valor não foi revelado pelas partes. A concorrente, que há sete anos faz carrocerias para ônibus e tem 12% de participação no mercado interno, está a um quilômetro da unidade Ana Rech da Marcopolo, em Caxias do Sul.

      Em 2006 fez 2,7 mil carrocerias com a marca Neobus e obteve receita de R$ 185 milhões. "A decisão é altamente positiva sob vários aspectos. O primeiro é que estava vivendo uma situação em que dois sócios (Jaime Pasini e João Antonio Boff) estavam querendo sair da empresa e eu não tinha dinheiro suficiente para concretizar isso. E também porque estava com medo de que pudessem surgir pessoas que não fossem do segmento. Ao invés disso, preferi escolher quem é líder de mercado", afirmou a este jornal o sócio majoritário da San Marino, Edson Antônio Tomiello. Ele detém 52,8% do controle, a Marcopolo 39,58 e o diretor de engenharia Adelir José Boschetti, com 7,55%. San Marino e Marcopolo manterão marcas, modelos, distribuição e atividades independentes. "A concorrência continuará existindo", diz Tomiello que permanecerá como administrador da San Marino.

      Ele levou em conta sinergias para cortar custos de produção e melhorar condições de competitividade. "Nada impede que minha estratégia para o mercado externo seja similar à da Marcopolo e que venhamos a trocar informações", relata o empresário, que de 1980 a 1991 foi funcionário da Marcopolo. Tomiello acrescenta que a parceria melhorará a imagem e fortalecerá sua estrutura junto a clientes da San Marino. "Foi decisão sadia, sem dúvida, e num momento em que mudanças em todo mundo", comenta.

      O sócio Adelir Boschetti continuará como diretor de engenharia, Jaime Pasini permanecerá como diretor comercial e José Boff ficará com outras atividades empresariais. A San Marino emprega 1,2 mil funcionários. Em nota o presidente do Conselho de Administração da Marcopolo, Paulo Bellini, assinala que a negociação faz sentido pelo fato de as empresas estarem em Caxias do Sul o que permite partilhar do parque fabril na cidade, tradicional fornecedor de insumos do ramo. "A partir de agora temos nova realidade com a San Marino, nossa parceira. A interação e o relacionamento amistoso entre todos colaboradores será salutar pois facilitará a criação de condições para que as empresas se tornem mais competitivas". (Gazeta Mercantil/Guilherme Arruda)

  • Ronco gaúcho

    • O Celta, produzido no Rio Grande do Sul, foi o quinto modelo mais vendido no Brasil em fevereiro.

      No mês passado, 7,76 mil unidades do carro gaúcho ganharam nova garagem, conforme dados da AutoInforme.

      O Prisma, que começou a ser montado no complexo da GM em Gravataí no ano passado, ficou em décimo lugar, com 4,03 mil veículos vendidos. (Zero Hora/Lurdete Ertel)

  • Faturamento das empresas Randon encosta nos R$ 3 bilhões

    • Crescimento de 1,7% da receita bruta total e de 4,4% da receita líquida consolidada em 2006 em relação ao ano anterior. O resultado foi obtido pela Randon S/A Implementos e Participações, que controla oito empresas nos segmentos de implementos rodoviários (reboques e semi-reboques, ferroviários (vagões) e veículos especiais; autopeças, sistemas automotivos e serviços. A receita bruta total passou de R$ 2,842 bilhões em 2005 para R$ 2,890 bilhões, enquanto a receita líquida consolidada, de R$ 1,936 para R$ 2,021 bilhões no mesmo período.

      Segundo os resultados apresentados por seus diretores, o grupo obteve, no período, um lucro líquido consolidado recorde de R$ 133,4 milhões, o que representou um aumento de 12,6% em relação ao ano anterior e crescimento de 6,6% da margem líquida contra 6,1% em 2005. O EBITDA (geração bruta de caixa) no período foi R$ 294,4 milhões (14,6% sobre a receita líquida do período) contra R$ 257,9 milhões (13,3 sobre a receita líquida) no ano anterior.

      A melhor performance foi obtida pelo segmento de implementos. No período, sua participação na receita líquida consolidada do grupo chegou a 50%. A de autopeças ficou em 48,2% e a de sistemas em 1,8%.

      De acordo com Astor Milton Schmitt, diretor corporativo e de relações com investidores do grupo, contribuíram para os resultados o avanço na comercialização de produtos com maior valor agregado e gradual recuperação do setor agrícola diante de estimativas positivas para a safra 2007 e as exportações. No ano passado, apesar dos níveis da taxa de câmbio desfavoráveis, as exportações do grupo cresceram 21,3% em relação a 2005, atingindo US$ 206,9 milhões. Conforme explicaram David Abramo Randon e Alexandre Randon, o crescimento resultou de política baseada em contenção de custos, importação de insumos, ajustes nos preços, utilização de instrumentos de hedge e estratégias de atuação internacional para aumento das vendas e divulgação da marca, além de ampliação dos canais de distribuição.

      Em parceria com empresários locais, o grupo implantou unidades montadoras de semi-reboques terceirizadas para comercializar, distribuir e montar produtos Randon em países como Argélia, Marrocos e Quênia, além de criar novas filiais e escritórios comerciais em Dubai, Chile, Alemanha, México e Estados Unidos. Também criou a subsidiária Randon Automotive em Johnannesburg e montou escritório de desenvolvimento de negócios da controlada Fras-lee em Shangai (China) e na Índia. (Canal do Transporte)
  • Governo francês adota carro flex em sua frota

    • O primeiro-ministro da França, Dominique de Villepin, determinou que pelo menos 15% de todos os veículos comprados pelo governo este ano usem combustível convencional misturado ao etanol, anunciou a administração ontem. Em 2008, essa proporção crescerá para 30 por cento de todos os veículos novos, afirmou o governo num comunicado, acrescentando que a determinação será publicada no diário oficial de domingo.

      "Isso representa 1.500 veículos flex este ano e 3.000 por ano a partir de 2008," disse uma fonte do governo à Reuters. Os novos veículos devem utilizar o E85, um combustível composto em 85 por cento de etanol, derivado da beterraba. A França quer que o biocombustível responda por 5,75 por cento de todas as vendas de combustível para veículos até 2008, 7 por cento até 2010 e 10 por cento em 2020 - acima das metas da UE. O governo decidiu no ano passado que o E85 teria isenções de impostos para ser vendido a por volta de 80 centavos de euro o litro, mais barato que a gasolina, que na França é vendida a um pouco mais que um euro o litro.

      A administração também afirmou ter aprovado uma medida para promover a instalação de bombas de E85 nos postos de gasolina. Em setembro, quando a medida foi anunciada, o governo disse que pelo menos 500 bombas de E85 seriam instaladas no País. (Gazeta Mercantil/Agência Reuters)
  • DaimlerChrysler produzirá motores híbridos com a BMW

    • As rivais DaimlerChrysler e BMW anunciaram o desenvolvimento conjunto de um sistema de propulsão híbrida, que ficará pronto em três anos. Os motores resultantes da parceria serão fabricados, separadamente, no centro de produção de cada companhia.
      Com o anúncio, os dois grupos alemães ampliam uma parceria firmada em 2005. O objetivo da união é reduzir custos e acelerar o desenvolvimento da tecnologia híbrida. As empresas não divulgaram mais detalhes sobre o novo motor, adiantando apenas que combinará eletricidade e combustível.

      A DaimlerChrysler também anunciou que não pretende vender a Jeep, mesmo que se desfaça de seu braço norte-americano. Recentemente a companhia informou que estuda vender o deficitário Grupo Chrysler, formado pelas marcas Chrysler, Jeep e Dodge.

      Consultores de mercado afirmam que a bandeira Jeep, que vendeu 595 mil veículos em 2006, poderia ser agregada à Mercedes-Benz, marca que também pertence ao grupo. (Jornal do Carro)
  • Renault lança Logan com preço mais barato

    • Na francesa Renault projetar o carro popular do século 21 foi um exercício de redução de custos de peça por peça e euro por euro. Depois de eliminar o rádio, o ar-condicionado e a direção hidráulica do sedã Logan básico, os ângulos supérfluos do pára-brisa tiveram de ser abandonados também, numa economia de até € 10 (US$ 13,17). Outros € 2 a € 3 foram cortados por meio do uso de espelhos laterais idênticos, em vez do par assimétrico encontrado na maioria dos carros novos. O preço final: € 4.790 antes do imposto sobre as vendas.

      "Chegamos a lutar até mesmo por € 1", diz Luc-Alexandre Menard, executivo da Renault que supervisionou os estágios finais do desenvolvimento do Logan e participou de reuniões com o gerente do projeto e com seus projetistas e engenheiros. "A única pergunta era: "Estamos respeitando a meta de preço?"O principal executivo da Renault, Carlos Ghosn, disse no mês passado que a próxima geração de Logans será ainda mais barata. E tem de ser. A Toyota Motor Corp., a General Motors Corp., a Volkswagen AG e a Hyundai Motor Co. estão planejando modelos econômicos para disputar novos compradores de automóveis nas classes médias emergentes dos países desenvolvidos, que vão desde à Rússia à China, passando pelo Brasil.

      "A Renault tem a vantagem de ser a primeira", diz Simon Davis, co-gestor de US$ 192 bilhões em ativos na Putnam Investments de Londres. "Vamos ficar atentos em 2010 para verificar que outros novos modelos de carros baratos as montadoras vão inventar. A Toyota certamente lançará um concorrente confiável". (Gazeta Mercantil/Bloomberg News)

  • Toyota nega intenção de comprar a Chrysler

    • A japonesa Toyota "não tem intenção de comprar" o grupo Chrysler, afirmou na noite desta segunda-feira o presidente da empresa, Katsuaki Watanabe, antes da inauguração do Salão do Automóvel de Genebra.

      "Não pretendemos comprar a Chrysler. Não há nada em vista neste sentido", acrescentou Watanabe. Ele também não comentou a situação da DaimlerChrysler. "Não estamos em posição de fazer comentários".

      Watanabe havia anunciado que "nos setores da pesquisa e desenvolvimento" pode haver possibilidade de cooperação, mas "não realizamos nenhuma aproximação". "Não foi discutido nada de concreto", insistiu.

      A DaimlerChrysler anunciou em 1º de março uma queda de suas vendas em fevereiro devido à redução de 8% das vendas de sua divisão Chrysler.

      O grupo americano GM (General Motors) vem disputando com a Toyota a liderança entre os fabricantes de carros do mundo. O gigante japonês deve ser o primeiro fabricante da lista no fim de 2007. (Diário do Grande ABC/Agência AFP)
  • Fiat antecipa lançamento do 500

    • A Fiat decidiu antecipar em dois meses o lançamento do compacto 500. A data, prevista para 15 de setembro, foi remarcada para 4 de julho. Segundo o fabricante italiano a decisão de antecipar o lançamento foi motivada pela boa aceitação dos recém-lançados Punto e Bravo, assim como pela recuperação financeira da Fiat.

      Quando chegar ao mercado europeu, o Fiat 500 terá pela frente o Smart ForTwo, modelo de propostas e proporções semelhantes ao compacto italiano. A Fiat planeja produzir 120 mil unidades do 500, por ano, na fábrica de Tychy, situada na Polônia. Caso a demanda seja grande, o volume de produção pode ser elevado para 180 mil unidades. (Carsale)
  • Vendas globais da Audi crescem 9%

    • As vendas da Audi não param de crescer. Tendo comercializado 144 mil veículos somente nos dois primeiros meses de 2007, a montadora registrou crescimento de 9% em relação ao mesmo período do ano passado. As vendas da marca na Europa Ocidental, excluindo a Alemanha, registraram aumento de 11%. Foram comercializadas 66.200 unidades entre janeiro e fevereiro deste ano.

      O maior importador de modelos da Audi nos dois primeiros meses do ano foi a China, país onde 15.600 veículos foram vendidos, dos quais 7.200 unidades foram negociadas somente em fevereiro. Esse volume representa um aumento de 31% em relação ao mesmo periodo de 2006. Na segunda colocação do ranking de países importadores ficou os Estados Unidos, com 13 mil unidades, anotando um crescimento de 19%.

      Outros mercados em que a Audi obteve êxito foram a França, com 8.800 unidades (alta de 17%), Reino Unido, com 12 mil unidades (alta de 12,2%) e Itália, com 10.600 unidades comercializadas (crescimento de 10%). As vendas da marca alemã na Rússia, por sua vez, registraram um surpreendente aumento de 91% ao anotar 1.900 unidades vendidas. (Carsale)
  • Ford pode vender a Aston Martin, mas mantém a Jaguar

    • "A Ford estuda a possibilidade de ceder a Aston Martin total ou parcialmente", declarou nesta segunda-feira um porta-voz da Ford nos Estados Unidos. A marca Aston Martin, conhecida tanto nas pistas automobilísticas como nos filmes de James Bond, foi fundada em 1913 e adquirida pela Ford em 1986.

      A Ford, que está perdendo força na América do Norte, havia revelado no fim de agosto sua intenção de estudar opções estratégicas para sua filial, a fim de se concentrar em suas principais marcas. O anúncio causou surpresa naquele momento, quando muitos analistas diziam que a Ford deveria se desfazer de suas marcas menos rentáveis, mas citando em primeiro lugar a Jaguar. Até hoje, a Ford diz que a Jaguar deve ficar em suas mãos.

      O fabricante americano reduziu seu tamanho nos Estados Unidos e decidiu fechar fábricas, assim como o corte de 44 mil empregos até 2008, dos quais 40 mil já foram eliminados em 2006. A Ford registrou uma perda recorde de US$ 12,7 bilhões em 2006. (ICarros)
  •  Salão de Genebra

  • Koenigsegg lança superesportivo a álcool

    • A fabricante sueca Koenigsegg, famosa por produzir um dos carros mais rápidos do mundo, o CCR, mostra que aderiu aos combustíveis renováveis. Ela promete levar ao Salão de Genebra, na Suíça, o primeiro superesportivo bicombustível do mundo. Batizado de CCXR Biofuel, o modelo esconde 1032 cavalos de potência sob o capô, e o combustível utilizado para alimentar o motor é o etanol E85, que consiste de 85% de álcool e 15% de gasolina. Apesar de usar combustível vegetal, o CCXR dispensa a utilização de um reservatório especial para partida a frio.

      O propulsor foi desenvolvido pela Koenigsegg em conjunto com a empresa Cargine Engineering. A marca sueca também revelou que proprietários da antiga versão do CCX poderão converter seus carros a gasolina para álcool. Atualmente a Koenisegg ocupa a segunda colocação do ranking dos carros mais velozes do mundo, perdendo apenas para o Bugatti Veyron que, em testes realizados em circuito fechado, atingiu a marca de 396 km/h, 8 km/h mais rápido que o modelo sueco. (Carsale)





O Canal Dana é elaborado pela Secco Consultoria de Comunicação a partir de notícias dos principais veículos. O conteúdo dos assuntos não representa, necessariamente, a opinião da Dana.
Topo da Página
Termos de Uso
© 2008 Dana Limited