A Dana desenvolve e fabrica soluções e produtos de valor agregado para veículos automotivos, comerciais e fora-de-estrada.


Automotive Solutions
Commercial Vehicle Solutions
Off-Highway Solutions
Aftermarket Solutions

Abrir todos
Logo Canal DanaInformativo com as principais notícias da indústria automotiva 
  10/03/2010   
  • Governo, empresas e ONGs beneficiando projetos em todo o Rio Grande do Sul

    • A Dana está participando da Rede Parceria Social, uma iniciativa da Secretaria da Justiça e do Desenvolvimento Social do Estado do Rio Grande do Sul que une o governo estadual, ONGs e empresas para viabilizar projetos sociais em todo o RS. O governo do Estado, através da Lei da Solidariedade, estimula empresas a destinar recursos para entidades assistenciais, permitindo que 75% dos recursos destinados sejam oriundos de até 3% do ICMS pago pelas empresas.

      Saiba mais em
      http://www.dana.com.br/social/nossos_projetos.asp?nrSecao=940&idProjeto=940
  • Alta do preço de carros importados dos EUA deve chegar ao país em três meses

    • Globo.com/G1

      Os consumidores brasileiros de veículos importados devem sentir o preço da retaliação do governo aos Estados Unidos daqui a três meses, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva).

      A entidade ressalta que a alteração dependerá das datas das encomendas e dos estoques de cada importadora. No entanto, os produtos sob a nova alíquota de importação devem chegar entre 60 e 90 dias após a retaliação entrar em vigor, previsto para o dia 8 de abril.

      O conjunto de retaliações foi autorizado pela Organização Mundial do Comércio (OMC) ao final de um processo que condenou a política de subsídios dos Estados Unidos ao setor algodoeiro. De acordo com a medida, a alíquota de importação de automóveis e motocicletas oriundos do país passou de 35% para 50% sobre o preço do produto, enquanto o imposto para pneus passou de 16% para 32%.

      "Esses carros representam de 13% a 14% do negócio no Brasil, mas para os EUA a fração é minúscula, de 0,3%. Se é pra retaliar, então que faça com produtos que realmente afetem a economia deles. Para eles, 500 unidades não é nada", explicou ao G1 o presidente da Abeiva e representante da BMW no país, Jörg Henning Dornbusch. Segundo ele, as marcas mais prejudicadas com a medida são BMW e Chrysler.

      Como as importadoras trabalham com volume menor de veículos elas devem ser mais prejudicadas do que as fabricantes instaladas no Brasil. De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), em 2008, 371,3 mil veículos foram importados pelo Brasil. Desse volume, 3.098 são oriundos dos Estados Unidos, sendo 441 unidades de automóveis, 2.657 de comerciais leves. A entidade ainda não contabilizou os dados de 2009.

      Dornbusch teme que os clientes comecem a cancelar as encomendas, por causa dos preços elevados.

      De acordo com a Fundação Procon-SP, quando há reserva de um produto, a empresa deve cumprir o que está estabelecido no pedido. Se o preço estabelecido na oferta não for cumprido, mesmo em função de um aumento de imposto, o consumidor pode cancelar o pedido. Neste caso, se alguma quantia tenha sido adiantada, a empresa é obrigada a devolver o valor.

      "Ainda nesta semana vamos conversar novamente com o governo. Já havíamos argumentado que isso prejudica só o mercado brasileiro", afirmou Dornbusch.

      Impacto

      Na opinião do diretor da consultoria Megadealer Auto Management, José Rinaldo Caporal Filho, a retaliação sobre os veículos americanos não deverá impactar fortemente os dois mercados. "O Brasil importa pouco carro dos Estados Unidos, então não haverá grande impacto", explica Caporal ao G1. Sobre uma possível reação do país em relação à postura brasileira, o consultor também não enxerga riscos aos negócios do setor. "Os modelos que fabricamos aqui pouco são vendidos lá", ressalta Caporal.

      Apesar de sofrer menos impacto, as empresas no país receberam a notícia também como algo prejudicial. A Anfavea afirma que, a priori a inclusão dos automóveis na lista preocupa. "A Anfavea defende soluções sem reflexos negativos para o setor automotivo. Porém, há um prazo de 30 dias para o início da retaliação e nesse período espera-se que possam ocorrer negociações que venham a alterar essa situação, viabilizando outras soluções possíveis, minimizando o impacto no comércio bilateral", declarou a entidade em nota à imprensa.

      Antes da decisão do governo, no início do mês, o presidente de operações internacionais da General Motors, Tim Lee, havia afirmado que se o Brasil incluísse veículos na lista, iria prejudicar os dois países e não somente os Estados Unidos. O aumento do imposto inviabilizará a importação de modelos previstos para o mercado brasileiro, como os Chevrolet Malibu e Cruze.

      A Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (Anip) afirmou que não falará sobre o assunto.

      Efeito após 30 dias

      De acordo com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), Miguel Jorge, a relação só terá efeito após 30 dias de sua divulgação e que, neste período, o Brasil aguardará uma manifestação do governo dos Estados Unidos. “Acreditamos que o melhor caminho é o da negociação”, ressaltou Jorge na última sexta-feira (5).

      Em visita ao Brasil na última semana, a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, afirmou ao ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, que “nos próximos dias” uma missão americana deverá iniciar as negociações com o governo brasileiro e que a intenção é resolver o impasse de forma “pacífica”. (Globo.com/G1/Priscila Dal Poggetto)
  • Fiat é multada em R$ 3,2 milhões e terá de fazer recall do Stilo

    • Estadão.com/Agência Estado

      O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) do Ministério da Justiça multou em R$ 3 milhões a montadora Fiat por um problema nos veículos do modelo Stilo. Um parecer técnico do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) constatou um defeito no conjunto do cubo da roda dos veículos deste modelo, que pode se romper e provocar a soltura da roda. A multa, que é o maior valor previsto no Código de Defesa do Consumidor, foi aplicada porque a Fiat negou a existência do defeito e não realizou recall dos veículos, colocando em risco a segurança dos consumidores.

      O processo administrativo contra a Fiat foi instalado pelo DPDC em junho de 2008. Segundo o Ministério da Justiça, foram noticiados cerca de 30 acidentes envolvendo desprendimento da roda entre 2007 e 2008, com veículos fabricados entre 2004 e 2008. Dentre os casos analisados, oito tinham de indícios de defeito. Não houve, no entanto, acidentes envolvendo veículos com freios ABS.

      A montadora, segundo o DPDC, se manifestou no processo 13 vezes, inclusive com a apresentação de laudos técnicos, e afirmou categoricamente que não havia defeito. Por isso, também se recusou a fazer um recall dos veículos. A montadora alegou que o desprendimento das rodas era consequência dos acidentes.

      Um grupo técnico do Ministério Público Estadual de São Paulo, Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) elaborou um parecer apontando indícios de defeito, mas o laudo não foi conclusivo. Então, foi solicitado um parecer do Denatran, responsável por controlar e fiscalizar o padrão de segurança dos veículos vendidos no mercado. O órgão concluiu que havia defeito de fabricação e indicou a necessidade de recall nos modelos Stilo fabricados após abril de 2004, com substituição dos cubos das rodas traseiras por cubos fabricados em aço forjado.

      O DPDC informou que ainda fará uma avaliação sobre a responsabilidade penal da empresa. Os proprietários do Stilo devem procurar imediatamente a empresa e, caso se sintam lesados, devem entrar em contato com os órgãos integrantes do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor para pedir a reparação de eventuais danos. (Estadão.com/Agência Estado/Renata Veríssimo)
  • Ford lança Transit Chassi e almeja maior participação

    • Automotive Business

      O objetivo da Ford Caminhões é claro: aumentar a participação no mercado brasileiro com a chegada de novos produtos. Para não perder espaço em um setor muito competitivo, o diretor de Operações de Caminhões para a América Latina da Ford, Oswaldo Jardim, apresentou nesta terça-feira, 9, em São Paulo, o Transit Chassi, modelo que amplia a linha de vans e furgões da montadora.

      A Ford projeta que 300 a 350 unidades do novo modelo sejam comercializadas em 2010. Jardim não quis revelar o preço do novo produto, que chega à rede de distribuidores no início de abril. “O preço será descoberto pelo cliente na rede. Não queremos que um preço inicial faça o concorrente fazer loucuras no mercado”, explicou o executivo.

      A expectativa com o lançamento é atingir 14% de participação da categoria, que não conta com os modelos menos equipados e com capacidade inferior. A Iveco é líder nesse segmento, com 74,7% de share contabilizado em 2009.

      Características

      O Transit Chassi possui motor Durator 2.4 que utiliza o Euro 3, mas que poderá atender o Euro 5 com pequenas adaptações. O veículo conta com controle eletrônico de estabilidade (ESP), integrado ao motor e ao ABS. Outro diferencial é o sistema de partida em rampa (HLA), que impede que o veículo deslize para trás em subidas.

      Entre itens para a comodidade e conforto estão o vidro e retrovisores elétricos, rádio CD-player com controle no volante, código antifurto e entrada de áudio auxiliar. O único item opcional é o ar condicionado.

      Oswaldo Jardim ressaltou que, em breve, o mercado brasileiro receberá um caminhão leito da Ford, que deverá ser o próximo lançamento da montadora.

      Mercado

      O executivo da Ford estima um mercado interno de 124 a 130 mil caminhões este ano. Jardim lembrou que o volume de vendas no primeiro bimestre do ano não caminhou como o esperado, devido a problemas de liberação do crédito do Finame. “Em março os pagamentos dos financiamentos já estão resolvidos, agora resta a questão de novos financiamentos”, salientou o executivo.

      Em 2009, a Ford anunciou investimento de R$ 370 milhões em sua divisão de caminhões no período de 2010 a 2013. O diretor da Ford ressaltou que os investimentos deverão ocorrer equilibradamente durante os quatro anos e novos produtos serão o foco. (Automotive Business)

  • 9/3/2010
     COMPRAVENDA
    Dólar comercialR$ 1,779R$ 1,781
    Dólar paralelo SPR$ 1,850R$ 1,950
    EuroR$ 2,428R$ 2,429

    IGPM (FGV)JAN: 0,63%FEV: 1,18%AC/ANO: 1,81%
    Bolsa SPÍndice: 69.576 Variação: 1,46% Valor: R$ 10,010 bi.
  •  Mercado

  • Artecola aumenta sua participação no controle da MVC

    • ShopTrans

      O Grupo Artecola, uma das mais importantes companhias de adesivos e laminados especiais da América Latina, adquiriu mais 10% do capital social da MVC, líder brasileira na produção de soluções em plásticos de engenharia para diversos setores. Controladora desde novembro de 2008, a empresa passa a ter 64%, permanecendo a Marcopolo com os restantes 36%.

      Segundo Gilmar Lima, diretor-geral da MVC, no contrato firmado em 2008, a Artecola deveria adquirir mais 6% do capital no início de 2010. “Além de seguir o acordo, a controladora fez questão de exercer a opção existente no contrato firmado naquela época, adquirindo outros 4% do capital social da MVC. Isso faz parte do planejamento estratégico e permitirá que continuemos a crescer nos próximos anos. Mesmo com a crise econômica mundial, a MVC registrou crescimento de 9% em seus negócios e fechou o ano de 2009 com faturamento bruto de R$ 116 milhões”, destaca o executivo.

      Líder brasileira na produção de componentes plásticos para diversos setores, a MVC conquistou, em 2009, novos clientes, como a Mercedes-Benz, Iveco, CNH, Comil, Denso, Guerra e TAC (Tecnologia Automotiva Catarinense) para equipar o recém-lançado jipe Stark, no setor automotivo, e conseguiu a homologação da Caixa Econômica Federal para o sistema construtivo CasaPrática. Com a aprovação do projeto, a CasaPrática também pode atender a crescente demanda do “Programa Minha Casa, Minha Vida”, do Governo Federal.

      A expectativa da MVC para 2010 é aumentar cerca de 30% o faturamento bruto e atingir R$ 148 milhões. A empresa deverá investir em soluções de revestimentos internos para linha automotiva, utilizando termoplásticos reforçados com fibras naturais e também com fibras de vidro. O objetivo é elevar em 23% a participação de novos produtos na receita total.

      “Esta ampliação da participação da Artecola na MVC é uma clara demonstração da satisfação dos dois acionistas (Artecola e Marcopolo) com o acordo firmado no final de 2008. Unindo as competências e complementaridade dos nossos dois Grupos, estamos tornando a MVC uma empresa ainda melhor, com soluções e tecnologias mais abrangentes para os clientes, além de ampliar muito as oportunidades de crescimento da companhia!” informa Eduardo Kunst, Presidente da Artecola. (ShopTrans)
  • EUA não trazem proposta e Brasil adianta lista de patentes e royalties

    • O Estado de S. Paulo

      Diante da ausência de uma oferta americana para negociar uma alternativa "pacífica" para as retaliações comerciais do Brasil aos Estados Unidos, o governo brasileiro deve antecipar para a próxima semana o início da consulta pública da lista de direitos de propriedade intelectual - como patentes e royalties - que também podem sofrer sanções. A informação é de uma fonte envolvida nas conversas com o governo americano. Na segunda-feira, o governo havia informado que os termos da consulta pública seriam aprovados pelos ministros da Câmara de Comércio Exterior (Camex) no dia 23 de março.

      A expectativa alimentada pelo Itamaraty era de que uma primeira proposta de compensação comercial fosse entregue ontem por Michael Froman, conselheiro adjunto de Segurança Nacional para Assuntos Econômicos Internacionais dos Estados Unidos. Froman foi recebido no fim da manhã pelo embaixador Pedro Luiz Carneiro de Mendonça, subsecretário de Assuntos Econômicos e Tecnológicos do Itamaraty. Mas preferiu tratar da controvérsia apenas como um tópico da agenda econômica bilateral. Em paralelo, o secretário de Comércio americano, Gary Locke, insistia com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, que os EUA não querem iniciar uma guerra comercial contra o Brasil. Mas a intenção de Washington de negociar ainda não saiu do plano retórico.

      Um avanço poderá ocorrer no início de abril, quando o chefe da Representação dos Estados Unidos para o Comércio (USTR), Ron Kirk, deve se reunir com autoridades brasileiras. No entanto, segundo Miguel Jorge, não se sabe ainda se esse encontro ocorrerá antes ou depois do dia 7, data marcada pelo governo para iniciar a aplicação das retaliações sobre bens americanos incluídos na lista divulgada segunda-feira pela Camex. Dentro do governo americano, Ron Kirk é a autoridade encarregada de negociar temas de comércio.

      Desde que obteve o direito de aplicar as retaliações de US$ 830 milhões sobre bens, serviços e propriedade intelectual dos EUA - resultado de uma controvérsia em torno da política de subsídios americanos ao setor do algodão - o Brasil se esforça o quanto pode para adiar a adoção da medida final e para manter a porta aberta para a solução negociada. A contrapartida americana, até o momento, não foi posta no papel.

      Embora sinalize com a possibilidade de propor ao Brasil medidas de compensação comercial, Washington jamais enviou uma oferta concreta. A compensação seria uma alternativa dos EUA à sua alegada dificuldade de obter o aval do Congresso à redução de subsídios ao setor algodoeiro. O próprio Itamaraty se dispõe a aceitá-la, desde que em caráter temporário. Mas Miguel Jorge desconsiderou ontem essa via. Ele defendeu que a Casa Branca dispõe de meios para reduzir parte dos subsídios, como as garantias de crédito à exportação, e para mudar a legislação no Congresso.

      Antes refratário às retaliações, Miguel Jorge mostra-se defensor legítimo da iniciativa. Conforme declarou ontem, não há nenhuma chance de renúncia, por parte do Brasil, de seu direito de retaliar, uma vez já autorizado pela Organização Mundial do Comércio (OMC). (O Estado de S. Paulo)
  • Carro zero tem segunda alta no ano

    • Automotive Business

      Levantamento da Agência Auto Informe indica que os preços de carros novos tiveram alta de 0,15% em fevereiro. É o segundo aumento do ano, que já acumula expansão de 0,55%. O motivo para a escalada é a proximidade do fim da redução no IPI, que está em 3% para carros com motor flex até 1.0 e volta a ser 7% a partir de 31 de março.

      Das 42 marcas vendidas no mercado interno, apenas oito aumentaram os preços. Os carros das outras 38 marcas tiveram queda em fevereiro.

      A única das grandes montadoras a apresentar alta foi a Ford, com mais 3,16%. A chegada da linha 2011 do EcoSport com novos preços, no início de fevereiro, foi a maior responsável pela evolução.

      As marcas que tiverem os maiores aumentos foram Troller, com mais 4,43%, e a Agrale, com 4,07%. As maiores quedas foram nos preços da Iveco, com redução de 2,87%, e da Kia, com baixa de 1,61%. (Automotive Business)
  • Toyota traz neste mês para o Brasil novo motor flex para o Corolla

    • Globo.com/G1

      A Toyota anunciou que vai trazer para a linha Corolla no Brasil o motor 2.0 Dual VVT-i Flex, que funciona à álcool e à gasolina em qualquer proporção. O motor deve ser introduzido na linha ainda este mês.

      De acordo com a montadora, esse motor, que, por enquanto, será exclusivo para o Brasil, possui melhor aceleração e tem maior rendimento de combustível que o da geração anterior.

      “Nesses tempos em que se pensa na substituição gradativa do uso de petróleo e se discute qual fonte de combustível renovável será mais a difundida no futuro, todo esforço em pesquisa relacionada a novas alternativas é válida”, afirmou, em nota, Luiz Carlos Andrade Junior, vice-presidente sênior da Toyota Mercosul. (Globo.com/G1)
  • Pagamento da última parcela do IPVA começa hoje

    • Diário do Grande ABC

      O pagamento da terceira parcela do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) 2010 começa hoje (10/3) para os proprietários de veículos com placas final 1. Segundo a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, o pagamento segue até o próximo dia 23, quando termina o prazo para carros de placa final 0.

      Além disso, os proprietários de caminhões que quiserem efetuar o pagamento do imposto em três cotas poderão pagar a primeira parcela já neste mês. Em março, o calendário de pagamentos da primeira parcela é igual ao calendário de outros tipos de veículos. As demais parcelas, no caso de caminhões, vencem em junho e setembro.

      De acordo com a Fazenda, não houve alteração de alíquotas em relação ao valor venal (valor de mercado), que serve de base para o cálculo do IPVA 2010. Carros a gasolina recolhem 4% sobre o valor apurado durante de setembro de 2009. Carros a álcool e gás recolhem 3%; bicombustível, 4%; picape cabine dupla, 4%; utilitários (cabine simples), ônibus, microônibus, tratores e motocicletas, 2%; caminhões, 1,5%. Veículos com mais de 20 anos de fabricação estão isentos do tributo.

      Em março, o proprietário que optou pelo parcelamento do IPVA de 2010 em três vezes e quitou as duas primeiras parcelas, poderá, na data de vencimento da última parcela, efetuar o Licenciamento Antecipado. Nesse caso, deve pagar a taxa para a emissão do documento de licenciamento, as multas que porventura recaiam sobre o veículo e a tarifa para envio do documento pelo correio. (Diário do Grande ABC)
  • Peugeot revela sua nova picape Hoggar

    • Interpress Motor

      A Peugeot revelou o nome e as primeiras imagens de sua picape baseada no 207 brasileiro. Segundo a marca, a Hoggar alia robustez e confiança de uma picape com o design e o dinamismo que distinguem os produtos Peugeot. O modelo traz a maior caçamba do segmento – 742 kg (1.151 litros).

      O nome Hoggar, herdado de um carro-conceito da marca (assim como o nome Escapade), evoca um universo que alia força, resistência e ação. O veículo será feito em Porto Real (RJ), onde já são produzidos os modelos 207, 207 Passion, 207 SW e Escapade, além de modelos Citroën (C3 e Xsara Picasso).

      Com o modelo, a marca francesa tem a ambição de conquistar 10% de participação no segmento de picapes pequenas, que inclui Fiat Strada, Volkswagen Saveiro, Chevrolet Montana e Ford Courier. A Hoggar será lançada no dia 15 de maio, em três versões de acabamento e duas motorizações flex: 1.4 e 1.6. (Interpress Motor)
  • Vendas de veículos na China desaceleram, mas mantêm alta ante 2009

    • Agência Estado/Dow Jones

      As vendas de veículos aumentaram 46,3% na China em fevereiro na comparação com igual mês do ano passado, para 1,21 milhão de unidades. O resultado representa uma forte desaceleração em relação a janeiro, quando as vendas somaram 1,66 milhão de unidades, mais que o dobro do volume de janeiro de 2009. Em novembro e dezembro, as vendas haviam crescido mais de 90% na comparação anual, segundo a associação que reúne as montadoras do país.

      No ano passado, a China tornou-se o maior mercado automotivo do mundo, superando os EUA, com um crescimento de 46,2% das vendas. Boa parte desse desempenho resultou do corte à metade, para 5%, do imposto sobre a compra de veículos com motor 1.6 ou abaixo disso. A medida foi anunciada em janeiro do ano passado. Também em 2009, o governo chinês criou subsídios para estimular a compra de veículos em áreas rurais e de modelos menos poluidores.

      Essas políticas continuaram este ano, mas com modificações. O imposto sobre a compra de carros de motor 1.6 ou abaixo disso passou para 7,5%, ainda aquém da taxa normal de 10%. Observadores do setor estimam que as vendas este ano vão crescer de 10% a 15%. (Agência Estado/Dow Jones)
  • Vendas da BMW aumentam 14% em fevereiro

    • Valor Econômico

      A montadora alemã BMW informou nesta terça-feira que as vendas do grupo aumentaram 14% em fevereiro para 91,578 mil veículos, contra as 80,474 mil unidades vendidas no mesmo mês do ano passado.

      Já nos 12 meses encerrados em fevereiro, as vendas cresceram 15,3% para 173,911 mil veículos. "Tivemos crescimento na Ásia, em particular, mas também obtivemos ganhos em muitos mercados na Europa, na África e nas Américas. Em mercados-chave para as vendas, como os Estados Unidos, o setor automotivo também está mostrando sinais encorajadores de recuperação gradual", disse Ian Robertson, membro da diretoria da BMW responsável pelas vendas e pelo marketing, em nota. (Valor Econômico)
  • Mitsubishi produzirá 100 mil elétricos para PSA

    • Revista Quatro Rodas

      A Mitsubishi Motors anunciou que produzirá 100 mil unidades do elétrico i-MiEV, que serão vendidas pela PSA/Peugeot-Citroën como parte de um acordo firmado entre as empresas.

      O tratado foi firmado na última segunda-feira, 8 de março, e prevê que a produção dos carros destinados à montadora francesa se inicie a partir de outubro. Os veículos devem começar a serem vendidos na Europa até o fim de 2010.

      O objetivo da PSA é comercializar 25 mil unidades do carro por ano, sendo que metade cada montadora (Citroën e Peugeot) terá 12.500 veículos à disposição para venda. O modelo será rebatizado pela Citroën de C-Zero, enquanto que a Peugeot optou pelo nome iOn.

      Os carros serão construídos na planta de Mizushima, no Japão, e terão pequenas diferenças de estilo por dentro e por fora em relação ao i-MiEV, que também chega ao continente europeu até o final do ano.

      Sobre a Mitsubishi, a montadora começou a aceitar as primeiras encomendas do i-MiEV no ano passado. O carro deve ser lançado no mercado japonês em abril e, até o momento, 2 mil clientes se mostraram interessados pelo carro. A empresa pretende produzir 9 mil elétricos no primeiro ano, volume que deve subir para 18 mil unidades a partir de 2011. (Revista Quatro Rodas/Vitor Matsubara)
  • Ford lança compacto Figo na Índia

    • Revista Quatro Rodas

      A subsidiária indiana da Ford lançou ontem, 9 de março, o Figo, versão reestilizada do Fiesta que também é vendido no Brasil.

      As mudanças visuais realizadas no mercado indiano são ligeiramente diferentes em relação às alterações que serão apresentadas por aqui nos próximos meses.

      Por lá, o carro ganhou um novo visual dianteiro, composto por novos faróis, grade frontal e para-choque. O desenho tenta seguir o estilo Kinetic, tendência de design apresentada em modelos mais recentes da Ford, como o Focus (cuja nova geração já foi revelada no Salão de Detroit) e o Kuga.

      A lateral se manteve praticamente inalterada, enquanto que a traseira recebeu leves retoques nas lanternas. Por dentro, as novidades também são escassas, limitando-se a novos revestimentos e algumas mudanças no desenho do painel.

      Uma das principais apostas da Ford para ganhar mercado na Índia reside na política de preços. Em sua versão mais básica, equipada com um motor 1.2 a gasolina de 71 cv, o Figo será vendido por 3.500 rúpias, o que equivale a 13.666 reais.

      Caso o comprador opte pelo propulsor 1.4 a diesel, de 69 cv, o preço sobe para 4.480 rúpias, ou 17.493 reais. Uma outra versão equipada com um motor 1.6 a diesel também será fabricada, mas somente para exportação. (Revista Quatro Rodas/Vitor Matsubara)
  •  Salão de Genebra

  • BMW reforça compartilhamento com Mini

    • Automotive Business

      A BMW pretende ampliar a colaboração com a Mini e otimizar a produção com maior compartilhamento de peças entre as marcas. O primeiro passo será o lançamento de um compacto próprio para concorrer com o novo Audi A1 e o próximo smart que está em desenvolvimento.

      Em entrevista ao portal britânico Autocar o presidente da BMW, Norbert Reithofe, declarou que pesquisas da montadora comprovam que, apesar da desaceleração econômica mundial, a demanda por compactos premium não sofreu impacto. “Vamos estender a presença das marcas Mini e BMW no segmento de carros pequenos com novos modelos e variações”, anunciou durante o Salão do Automóvel de Genebra, que vai até o dia 14.

      O compacto da BMW é esperado para 2013 e uma nova versão do Mini Cooper deve chegar ao mercado a partir de 2014. A montadora estuda a produção em plataforma comum. (Automotive Business)
  • Audi planeja nova geração do A2

    • Revista Car Magazine

      Não faz muito tempo que a Audi nos apresentou o A1 e novidades já rodeando a marca das 4 argolas. Desta vez, a informação é oficial e vem no CEO da Audi, Rupert Stadle, que confirmou que a marca alemã está desenvolvendo uma nova geração do modelo A2 para suprir o espaço vago entre o A1 e o A3. "Existe claramente o espaço para outro produto e conceitos entre o A3 e o A1", afirmou Stadler, no Salão do Automóvel em Genebra, durante a apresentação oficial do mini da marca alemã, o A1.

      Possivelmente, a nova geração do A2 trará uma versão elétrica e-tron e poderá chegar ao mercado em 2012. A primeira geração do A2, nos seis anos de mercado, vendeu 176.377 unidades e se destacou pela carroceria integralmente em alumínio e motores econômicos como o 1.2 TDi. (Revista Car Magazine/Priscila Lopes)
  •  Recall

  • Fiat discorda de decisão do governo sobre recall do Stilo

    • Folha de S. Paulo

      A montadora Fiat informou na última terça-feira que discorda totalmente do laudo que determinou defeito nas rodas do Fiat Stilo e que irá recorrer da decisão. O Ministério da Justiça anunciou mais cedo que vai multar a montadora em R$ 3 milhões devido ao defeito que causou acidentes e não foi solucionado pela montadora. Além disso, o governo determinou que a montadora faça o recall imediato dos automóveis.

      De acordo com o ministério, um parecer do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) constatou a existência do defeito. A multa, aplicada por meio do DPDC (Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor), é a máxima prevista no Código de Defesa do Consumidor.

      "A decisão do DPDC se baseou em laudo da empresa Cesvi, contratada pelo Denatran, do qual a Fiat não teve conhecimento prévio nem oportunidade de manifestar-se. A Fiat discorda totalmente do referido laudo e da decisão do DPDC".

      A empresa declarou ainda que irá cumprir a decisão do governo e fará "em breve" um recall para a substituição do cubo da roda traseira do Fiat Stilo, nos casos em que o veículo se enquadrar na decisão dos órgãos oficiais. A empresa se disse surpresa com a medida, negou que o veículo apresente risco ao consumidor e considerou, em nota, a decisão inusitada.

      "Os modelos Fiat Stilo não apresentam qualquer inconveniente e nem risco ao consumidor, conforme sustenta laudo técnico elaborado por sua área de engenharia, confirmado pelo Inmetro e outras instituições técnicas", informou.

      "A Fiat Automóveis informa que cumprirá a inusitada decisão do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), que a surpreendeu, e determinará em breve a realização de recall para a substituição do cubo da roda traseira do Fiat Stilo, nos casos em que o veículo se enquadrar na decisão dos órgãos oficiais. A empresa reitera, entretanto, que os modelos Fiat Stilo não apresentam qualquer inconveniente nem risco ao consumidor, conforme sustenta laudo técnico elaborado por sua área de Engenharia, confirmado pelo Inmetro e outras instituições técnicas.

      Com base nesta convicção, a Fiat Automóveis informa que tomará, de imediato, a providência de recorrer da decisão nas esferas competentes, em busca do pleno esclarecimento dos fatos. A decisão do DPDC se baseou em laudo da empresa CESVI, contratada pelo Denatran Departamento Nacional de Trânsito, do qual a Fiat não teve conhecimento prévio nem oportunidade de manifestar-se. A Fiat discorda totalmente do referido laudo e da decisão do DPDC.

      A Fiat vem tranquilizar os seus clientes no tocante à segurança do modelo Stilo, recordando que foi a primeira montadora de automóveis no Brasil a convocar espontaneamente um recall, em clara demonstração de transparência e respeito ao consumidor. São princípios que sempre nortearam a conduta da empresa." (Folha de S. Paulo)
  • Brasil teve 40 casos de recall de veículos em 2009

    • Folha de S.Paulo

      O Brasil nunca teve tantos casos de recall de veículos. No ano passado, foram 40 convocações e quase 1,2 milhão de carros com defeitos que comprometem a segurança.

      É um número quatro vezes maior do que o de 2007, segundo informações do Procon e do DPDC (Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor), do Ministério da Justiça. Os dados só do DPDC são menos abrangentes e apontam 35 recalls para 460 mil carros.

      Ainda é pouco. Nos EUA, com 215 milhões de veículos - no Brasil, são 45 milhões -, só o recall da Ford em 2009 convocou 4,5 milhões de Fusion, metade de todos os carros envolvidos em recalls nos últimos 20 anos no Brasil.

      Isso sem falar no último recall da Toyota, que, desde fevereiro, convoca 8,5 milhões de carros com problemas no acelerador nos EUA e na Europa. Afinal, as montadoras perderam o controle de qualidade?

      Segundo Paulo Butori, presidente do Sindipeças (Sindicato dos Fabricantes de Autopeças), "o aumento da produção e algumas dificuldades nos projetos, devido à alta velocidade dos lançamentos, têm contribuído para o aumento nos recalls".

      Por lei, as montadoras são apenas obrigadas a comunicar aos proprietários via mala direta e anunciar o recall em veículos de grande circulação.

      No anúncio, é preciso informar a gravidade do problema, o risco de acidentes fatais, os modelos e os números dos chassis dos carros envolvidos. Para as montadoras, se o anúncio sair no pé da página, melhor.

      O prejuízo com a troca dos componentes e o treinamento das revendas é o de menos. Muitas montadoras passam anos para reconstruir a imagem da marca após um recall.

      Quem não se lembra do caso do banco traseiro do Fox? A Volks insistia em dizer que o sistema desenvolvido e fabricado no Brasil era perfeito. Os usuários, segundo a montadora, não liam o manual e machucavam o dedo.

      As intimações do Procon não foram suficientes. O DPDC teve de intervir para obrigar a VW a convocar 477 mil donos de Fox. Foi o segundo maior recall do país, só perdendo para o do Chevrolet Corsa - em 2000, foi convocado 1,3 milhão de carros com problemas no cinto dianteiro.

      Só que nem sempre as campanhas são suficientes. Segundo os fabricantes, só metade dos convocados no Brasil vai às revendas checar os problemas.

      Na Europa e nos EUA - país no qual o primeiro recall de carro foi feito, em 1966 -, o comparecimento chega a 90%.

      Por isso, o deputado Otávio Leite (PSDB-RJ) propôs o projeto de lei 1.527/07. Ele obrigaria o Detran a fiscalizar os carros na vistoria anual. Se o dono não tiver atendido ao recall, não poderá licenciar o carro.

      Até o momento, o projeto está parado na CCJC (Câmara de Constituição e Justiça e Cidadania) da Câmara. "Não há interesse de grandes grupos pressionando. Aí o processo não anda", admite o presidente da CCJC, deputado Eliseu Padilha (PMDB-RS). (Folha de S.Paulo/Fabiano Severo)



  • Não ofereça a Deus apenas a dor de suas penitências, ofereça também suas alegrias.
    Paulo Coelho (24 de agosto de 1947) - Nasceu no Rio de Janeiro, é um dos escritores de maior sucesso no mundo, além de compositor, filósofo, artista plástico e ator.

    A empresa em que você trabalha oferece algum tipo de diretriz aos funcionários sobre como usar as mídias sociais (Orkut, Linkedin, Twitter, Blogs, YouTube etc), ou simplesmente proibe os funcionários de usá-las? www.bizrevolution.com.br


Assinatura do Canal DanaEnviar esta edição para um amigoFeed RSS Canal Dana
Para outros meios de recebimento diário de notícias, conheça outros serviços da Dana:
Canal Dana WidgetCanal Dana Google GadgetCanal Dana Vista GadgetAcompanhe o Canal Dana no Twitter


O Canal Dana é elaborado pela Secco Consultoria de Comunicação a partir de notícias dos principais veículos. O conteúdo dos assuntos não representa, necessariamente, a opinião da Dana.
Topo da Página
Termos de Uso
© 2008 Dana Limited