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  30/07/2010   
  • AQUI TEM DANA: DANA REGISTRA CRESCIMENTO SUPERIOR A 25% NO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2010

    • Vendas atingiram US$ 3,034 bilhões contra US$ 2,4 bi no 1º semestre de 2009


      A Dana Holding Corporation fechou o primeiro semestre deste ano com vendas de US$ 3,034 bilhões, contra US$ 2,406 bilhões no mesmo período de 2009, com crescimento superior a 25%. A companhia registrou, no segundo trimestre de 2010, lucro líquido de US $ 9 milhões. O EBTIDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado foi de US $ 154 milhões, muito superior aos US$ 94 milhões obtidos em 2009.

      "Estou particularmente satisfeito com nosso progresso durante o trimestre passado, pelo balanço de renda líquida positiva e pela conquista do fluxo de caixa livre positivo pelo quinto trimestre consecutivo", disse Jim Sweetnam, presidente e CEO da Dana. "O aumento substancial no lucro operacional aliado aos efeitos de nosso esforço continuado em busca da reestruturação e ao aumento das receitas neste período nos permitiu progredir e reforçar a nossa posição de caixa. Nossos resultados reforçam a constante evolução que tem levado a Dana a um crescimento rentável", acrescentou.

      A Dana aumentou o fluxo de caixa livre de US$ 73 milhões do ano passado para US $ 137 milhões, durante o segundo trimestre. O caixa total da empresa atingiu US $ 1,059 bilhão e a dívida total foi reduzida em US$ 64 milhões. A posição líquida de caixa da empresa é de US$ 120 milhões, o que representa uma significativa evolução de US$ 176 milhões em relação a dezembro de 2009.
  • Cartum da Semana


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  • Vendas de caminhões no Brasil sustenta resultado da MAN

    • Brasil Econômico

      Vendas de caminhões no País foram responsáveis pela alta no faturamento da montadora na América Latina.

      As altas vendas de caminhões e ônibus entre janeiro e junho deste ano no Brasil renderam à MAN Latin America o melhor resultado da companhia na região.

      A receita no semestre somou € 1,53 bilhão, com vendas de 32,9 mil veículos no período. Já no segundo trimestre a montadora alemã obteve faturamento na região de € 816 milhões, com aumento de 110% em relação à receita do mesmo período do ano passado.

      Segundo o presidente da montadora para a América Latina, Roberto Cortes, os resultados positivos devem-se principalmente ao maior volume de vendas e à melhor eficiência de custos na região.

      Foram comercializados no Brasil 16.748 veículos no segundo trimestre deste ano, 53% a mais em comparação ao volume apurado nos meses de abril, maio e junho do ano passado.

      "O volume de vendas de caminhões foi favorecido por programas de incentivo do governo, como a redução de impostos e financiamentos subvencionados."

      Com isso, a subsidiária latino-americana é hoje uma das mais importantes para a marca no mundo. O mercado brasileiro reagiu muito bem frente à crise mundial, o que não aconteceu em outras partes do mundo, como na Europa.

      Acreditamos que as vendas de veículos comerciais no Brasil superem o total comercializado em 2008, o que não era previsto no início do ano", ressaltou o executivo.

      Segundo ele, a expectativa era de que o País saísse da crise em no máximo três anos. "É o que vemos ainda no mercado europeu."

      No mundo, a montadora alemã obteve faturamento no segundo trimestre de € 3,6 bilhões, aumento de 16% em relação ao mesmo período do ano passado.

      Na comparação semestral, houve alta de 19%, para € 6,7 bilhões. Este resultado, segundo a companhia, deve-se principalmente ao segundo trimestre da área de veículos comerciais.

      Ainda de acordo com a empresa, no segundo trimestre deste ano a companhia obteve pedidos de mais de € 3,7 bilhões, 6% a mais que no primeiro trimestre e fica 64% acima do mesmo trimestre do ano passado.

      Assim, de janeiro a junho, os pedidos somaram € 7,3 bilhões, 59% mais do que no mesmo período do ano passado.

      Os pedidos de caminhões e ônibus apresentaram aumento de 70% na comparação semestral e as encomendas de motores náuticos e turbinas tiveram crescimento de 39% no período.

      "Em 2009, as fraquezas do mercado de veículos comerciais foram compensadas pela alta carteira de pedidos na área de turbinas e agora a dinâmica crescente dos mercados de veículos comerciais é responsável pelo equilíbrio da empresa", disse em nota o presidente mundial da MAN, Georg Pachta-Reyhofen. (Brasil Econômico/Ana Paula Machado)
  • Toyota trabalha em carro para mercados emergentes

    • Folha de S. Paulo/Reuters

      A Toyota Motor está desenvolvendo um veículo de baixo custo para mercados emergentes como China e Sudeste Asiático. A empresa tem como meta lançar o carro em 2012 a um preço abaixo de 1 milhão de ienes (US$ 11,520), publicou o jornal japonês "Chunichi Shimbun".

      O carro será baseado nos modelos compactos Vios e Vitz/Yaris e a Toyota está planejando cortar os custos de produção entre 30% e 40% ao usar mais componentes locais.

      A unidade de veículos pequenos da Toyota, Daihatsu Motor, está também desenvolvendo um carro compacto para o Sudeste da Ásia e pode vendê-lo sob a marca da Toyota, segundo o jornal.

      Com esses dois modelos e uma nova série de carros de entrada que a Toyota anunciou para Índia, Brasil e China, a companhia tem uma estratégia para capturar mais vendas em mercados emergentes, publicou o diário.

      A Toyota não quis confirmar qualquer parte do artigo.

      A montadora é a maior fabricante de veículos do mundo, mas tem uma presença relativamente pequena na Índia, Brasil e outros mercados emergentes, o que limita o crescimento de suas vendas ante marcas mais bem representadas como a Volkswagen e a Hyundai.

      O novo carro de entrada na Índia da Toyota, chamado Etios, deve chegar ao mercado até o final deste ano. (Folha de S. Paulo/Reuters)
  • Juros subsidiados levam BNDES a dobrar financiamentos

    • O Estado de S. Paulo

      Os juros subsidiados do Programa de Sustentação do Investimento (PSI) - que completa este mês um ano sob críticas, por causa do custo fiscal para o Tesouro Nacional - fizeram mais do que dobrar o número de operações e o volume de financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para bens de capital.

      O volume de crédito do BNDES aprovado pelas linhas Finame, para a aquisição de máquinas e equipamentos, alcançou R$ 59 bilhões entre julho de 2009 e junho deste ano. Nos 12 meses anteriores ao lançamento do PSI, a Finame havia aprovado R$ 25,6 bilhões. Embora o valor médio dos empréstimos tenha subido ligeiramente, de R$ 250 mil para R$ 264 mil, na comparação entre os dois períodos o número de operações aumentou muito mais: 118%.

      "O PSI mais do que dobrou a (linha) Finame. E o lado positivo, disse, é que foi extremamente pulverizado. O volume aprovado cresceu um pouco mais, 130,8%, do que o de operações, mas os números indicam que os incentivos do PSI estimularam mais empresas a buscar financiamento para comprar máquinas e antecipar seus investimentos para criar capacidade", disse Claudio Bernardo de Moraes, superintendente da área de Operações Indiretas do BNDES.

      Por meio do Finame, o BNDES financia a compra, a venda e a produção de máquinas e equipamentos de fabricação nacional por operações indiretas, intermediadas por bancos comerciais. A linha é mais usada por pequenas e médias empresas. Com o lançamento do PSI em julho de 2009, os juros das linhas Finame foram reduzidos de 6% (TJLP) para 4,5% ao ano. O programa foi prorrogado até o fim deste ano, mas os juros na maioria das modalidades foram reajustados para 5,5% este mês.

      Investimentos

      A diferença entre as taxas do PSI e a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) é coberta pelo Tesouro, que concedeu empréstimos de R$ 180 bilhões ao BNDES entre 2009 e 2010. Como capta no mercado com base na Selic (a taxa básica de juros da economia), o Tesouro aumenta a dívida pública. Para Moraes, apesar do efeito colateral, o aumento do Finame mostra que o PSI cumpre o objetivo: antecipar investimentos e aumentar oferta para evitar inflação.

      “É uma política acertada, na minha visão, apesar de muito criticada por causa do custo. Só estamos vendo o lado do custo e não do benefício”, diz o superintendente do BNDES. “Um setor que vem se destacando no financiamento de máquinas é o de alimentos. Há muitas empresas desse segmento se identificando com nichos de classe C, D e E, cujo consumo aumenta.”

      Segundo Moraes, a participação do BNDES no financiamento das vendas de máquinas no País subiu de 34% para cerca de 40% com o PSI. No setor de transportes, chega a 60%. “Todos os indicadores mostram que o PSI foi decisivo para elevar o investimento na economia e para a recuperação da indústria de bens de capital, muito afetada com a crise. Em março de 2009, antes do PSI, o uso de capacidade no setor estava em 65%. Em março de 2010, já estava em 78%. A carteira de encomendas subiu de 8,8 semanas para 12,6.”

      Para a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), o setor ainda está 11,6% abaixo da produção anterior à crise. No entanto, a entidade atribui boa parte da recuperação de mais de 15% acumulada este ano ao PSI. Moraes diz que o BNDES também registrou aumento na procura de fabricantes de máquinas interessados em se credenciar para vender por meio da Finame. “Chegamos a ter mais de 1.500 empresas na fila.”

      Mais da metade dos recursos do Finame nos últimos 12 meses foi para o setor de transportes, principalmente para vendas de caminhões. Segundo Bernardo, os juros mais atraentes estimularam a renovação de frota de transportadoras e de outros segmentos, como ônibus, máquinas agrícolas e até o aéreo. Trip e Azul usaram cerca de R$ 400 milhões do Finame para comprar cinco aviões da Embraer. (O Estado de S. Paulo/Alexandre Rodrigues)

  • 29/7/2010
     COMPRAVENDA
    Dólar comercialR$ 1,759R$ 1,761
    Dólar paralelo SPR$ 1,830R$ 1,940
    EuroR$ 2,303R$ 2,305

    IGPM (FGV)MAI: 1,19%JUN: 0,85%AC/ANO: 5,80%
    Bolsa SPÍndice: 66.953 Variação: 0,22% Valor: R$ 5,551 bi.
  •  Mercado

  • Fiat lança novo Idea, com renovação estética e nova linha de motores

    • Auto Esporte/G1

      A Fiat lançou na noite desta quinta-feira (29) o novo Fiat Idea. Além de uma boa renovação estética, o carro ganhou a nova linha de motores EtorQ, nas verões 1.6 e 1.8. A opção de entrada é a Atractive 1.4 (com o mesmo motor da antiga ELX), por R$ 43.590.

      Com o novo motor, a versão Essence 1.6 16 válvulas, sai por R$ 45.610 e a opção com câmbio Dual Logic (automatizado) por R$ 47.720. A versão Sporting 1.8 será vendida por R$ 54.280, enquanto a Dual Logic por R$ 56.290.

      A versão top de linha é a Adventure, que leva junto acabamento “aventureiro”. O modelo sai por R$ 56.900, e a opção com câmbio Dual Logic por R$ 56.010.

      Embora o grande lançamento seja a nova linha de motores, o que chamará a atenção do consumidor é a transformação estética. A minivan Idea tem linhas mais arredondadas, frente mais elevada, traseira com luzes em LED e retrovisores externos com sinalizador em LED.

      No interior, o carro ganhou novos bancos e acabamento mais aprimorado. A mudança mostra que a Fiat está mais preocupada com o novo perfil do consumidor brasileiro, cada vez mais exigente e cada vez mais com poder de compra. (Auto Esporte/G1/Priscila Dal Poggeto)
  • Goodyear reverte prejuízo e lucra US$ 28 milhões no 2º trimestre

    • Brasil Econômico

      A Goodyear informou ontem (29) que registrou lucro líquido de US$ 28 milhões no segundo trimestre deste ano, revertendo o prejuízo de US$ 221 milhões apurado um ano antes.

      No entanto, a empresa contabiliza perda de US$ 19 milhões no primeiro semestre, ante prejuízo de US$ 554 milhões observado na primeira metade de 2009.

      A receita líquida cresceu 14,8% entre abril e junho, para US$ 4,528 bilhões, contra US$ 3,943 bilhões registrados em igual época do ano passado.

      Nos primeiros seis meses do ano, a receita atingiu US$ 8,798 bilhões, valor 17,6% superior ao apresentado no mesmo período de 2009.

      "Estamos muito satisfeitos com nosso forte desempenho no segundo trimestre e no primeiro semestre do ano", afirmou em nota Richard J. Kramer, presidente e executivo-chefe da Goodyear.

      Segundo Kramer, o desempenho dos negócios continua a melhorar, em virtude da captura dos benefícios da recuperação da demanda da indústria.

      "Estamos claramente no caminho certo, uma vez que nossas estratégias nos levam à expansão da rentabilidade", afirmou o executivo. (Brasil Econômico)
  • Plascar amplia operação na Argentina e no Uruguai com a compra da Plastal

    • Brasil Econômico

      A Plascar fabricante de componentes plásticos para a indústria automotiva, comprou 100% das operações da Plastal na Argentina. O valor do negócio, segundo comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários, é da ordem de R$ 60 milhões. A Plastal é hoje responsável pelo abastecimento de componentes plásticos de grande porte para todas as montadoras instaladas no país vizinho, entre elas, Mercedes-Benz, Volkswagen, Fiat, PSA Peugeot-Citröen, Renault e General Motors.

      Segundo o comunicado, com a compra, a Plascar aumentará a sua força no mercado sul-americano e ficará mais perto de seus clientes, já que hoje no Brasil a empresa é a líder de vendas de componentes plásticos de grande porte. Além disso, vai deter subsidiárias e parques fabris estratégicos na Argentina e no Uruguai, o que propiciará vantagem competitiva.

      "Com isso, a companhia passa a negociar os contratos de fornecimento com as principais montadoras em condição diferenciada, podendo suprir a demanda não apenas do mercado local, mas também nos mercados argentino e uruguaio", informa a nota.

      A Plastal, apesar de ter uma mercado cativo na Argentina, vem de sucessivos prejuízos, conforme dados informados pela Plascar à CVM. Em 2007, a companhia argentina apresentou perdas de R$ 6,54 milhões. No ano seguinte o prejuízo foi maior e somou R$ 10,68 milhões. Já em 2009, a Plastal se recuperou um pouco, conseguiu reduzir as perdas e contabilizou R$ 8,08 milhões de prejuízo.

      A Plascar tem uma posição bem diferente e ainda acumula lucros nos últimos anos, mas os resultados, segundo dados da companhia, estão em queda. No ano passado, a queda foi de 32,7% em relação a 2008, com lucro líquido de R$ 10,08 milhões ante R$ 14,99 milhões em 2008. Em 2007, a Plascar lucrou R$ 51,06 milhões. A receita líquida somou R$ 582,82 milhões em 2009, alta de 4,1% no comparativo com 2008, quando faturou R$ 560,10 milhões.

      Para reforçar o caixa da empresa, a Plascar no início do ano fez uma oferta privada de debêntures conversíveis e a expectativa era uma arrecadação de R$ 400 milhões, mas conseguiu em torno de R$ 150 milhões. O analista de mercado da Lopes Filho Associados, Ricardo Justo, disse que a procura pelas debêntures foi pequena e o próximo passo pode ser um leilão com as sobras e assim garantir novos sócios.

      R$ 663 milhões

      É a previsão de faturamento para este ano. Para 2011, a projeção da companhia é de uma receita líquida de R$ 739,49 milhões e em 2010, de R$ 803,93 milhões.

      R$ 132 milhões

      É a estimativa de resultado bruto da companhia para este ano. Em 2011, a Plascar estima lucro bruto de R$ 151,57 milhões e em 2012 R$ 169,16 milhões.

      R$ 81,5 milhões

      É a expectativa de Ebitda para este ano da Plascar. Para 2011, a companhia prevê geração de caixa de R$ 92,43 milhões e, para 2012, de R$ 102,90 milhões. (Brasil Econômico/Ana Paula Machado)
  • MANN+HUMMEL alerta para problemas com filtros de má qualidade

    • Canal do Transporte

      Para garantir o bom funcionamento do veículo, tanto com relação ao consumo adequado de combustível quanto para evitar o desgaste prematuro das peças, o consumidor deve adquirir filtros de boa qualidade e que atendam às especificações do veículo, seguindo o manual do fabricante. Este é o alerta da a MANN+HUMMEL, fabricante de filtros automotivos detentora da marca MANN-FILTER.

      Dicas

      Aparentemente, segundo André Gonçalves, consultor técnico da MANN+HUMMEL, as diferenças entre os filtros originais e reconhecidos no mercado e aqueles de má qualidade são quase imperceptíveis. “Porém, o que o consumidor pode fazer é ficar atento à vedação dos produtos. Com isso, é possível notar que os filtros de qualidade inferior apresentam uma selagem dos papéis tão vulnerável quanto as que vemos em filtros de papel comum, utilizados para coar café”, explica.

      De acordo com a empresa, essa baixa qualidade resulta em produtos mais baratos que nem sempre garantem o rendimento esperado pelo consumidor e o recomendado pela fabricante do veículo. Outros problemas comuns apresentados pelos filtros de má qualidade são o contato direto entre os componentes de metal e a baixa qualidade do papel, aponta a MANN+HUMMEL: enquanto a primeira situação faz com que aumente o atrito entre as peças, a segunda apresenta níveis de resina abaixo do recomendado pelo manual do automóvel e não aguentam a pressão e a temperatura, deixando as impurezas penetrarem com mais facilidade.

      “A MANN-FILTER ressalta também que, além do cuidado com a qualidade dos filtros escolhidos e adquiridos no mercado, é necessário que se recorra sempre a um profissional de confiança para a instalação dos componentes e que se realize a revisão preventiva dos mesmos”, finaliza Gonçalves. Conheça abaixo os diferentes tipos de filtro.

      Filtro do óleo

      O filtro do óleo impede a entrada de partículas nocivas provenientes do óleo até o motor. A utilização desse tipo de filtro de baixa qualidade, combinado com a não troca do óleo, faz com que altos níveis de partículas nocivas sejam absorvidos pelo motor e se instalem nas galerias de lubrificação, por exemplo, comprometendo a lubrificação dos componentes.

      Filtro do combustível

      Já com os filtros do combustível de procedência duvidosa é possível notar a entrada de partículas impuras no sistema de alimentação do motor. Os problemas mais comuns são o entupimento dos bicos injetores e da galeria de combustível. Sob essa situação adversa, acaba sendo necessária uma maior pressão na bomba do combustível, que resulta em um maior consumo de combustível, perda de potência e, posteriormente, a queima da própria bomba.

      Filtro de ar

      A principal função do filtro do ar é separar e eliminar as partículas contidas no ar aspirado pelo motor, para que ingresse na câmara de combustão somente o ar limpo. Em caso de chuva, por exemplo, o veículo com filtro do ar fora dos padrões reconhecidos pelo manual do veículo acaba deixando penetrar altos índices de umidade e impurezas, atingindo de forma agressiva o motor, o anel de vedação e o pistão.

      Além disso, o próprio ar também contém inúmeras partículas, imperceptíveis a olho nu. Por isso, além de usar filtros de qualidade reconhecida pelas montadoras é essencial que se faça a manutenção dos produtos de forma periódica. Em situações onde os automóveis trafegam em áreas de plantio de cana de açúcar, por exemplo, é necessário realizar a troca periodicamente dos filtros, pois ao operar nessas condições o produto fica mais suscetível à alta quantidade de fuligem dos campos, originados pelas queimadas.

      Filtro de Cabine

      Com a função de promover a manutenção da qualidade do ar no interior dos veículos, o filtro de cabine é o componente de extrema importância. Por isso, um filtro de má qualidade e até a não existência dele acaba permitindo o ingresso de altos níveis de partículas nocivas, tais como fuligem, poeira e gases tóxicos, o que pode desenvolver ou até agravar doenças respiratórias nos motoristas e passageiros. (Canal do Transporte)
  • Alfa Romeo Giulietta: 56 anos de tradição e história

    • MotorDream/AutoMotor

      Em meados da década 50, os Alfa Romeo eram ícones de luxo e desempenho. Automóveis proibidos para a esmagadora maioria dos italianos, que vibrava com os sucessos esportivos da marca de Milão, cobiçando modelos que eram verdadeiros sinais exteriores de riqueza. No entanto, tudo se alterou com a apresentação do Giulietta em 1954, o modelo que democratizou a Alfa Romeo.

      Se há poucas dúvidas sobre a motivação da marca, com o lançamento do modelo em uma altura em que a Itália e a Europa se encaminhavam para o “boom” econômico, há muitas histórias sobre a escolha do nome Giulietta. A mais interessante aponta a mulher de Giuseppe Scarnatti, primeiro designer do projeto, como a autora da sugestão, havendo mesmo quem tenha afirmado que ela disse: "não há ninguém melhor do que Giulietta para casar com Romeo".

      Verdade ou mentira, é indiscutível que, em 1951, Giuseppe Scarnatti foi o autor dos primeiros esboços do Giulietta, embora o projeto viesse a ser retocado por Bertone, antes de sua apresentação no Salão do Automóvel de Turim, em 1954. Por lá, o modelo impressionou tudo e todos com a elegância esportiva de sua carroceria cupê e o pequeno motor de 1.290 cm3 com 65 cv, capaz de garantir a velocidade máxima de 165 km/h.

      O Giulietta Sprint foi um sucesso e, em 1955, a Alfa Romeo lançou uma versão sedã de quatro portas, que hoje pode ser vista como antecessora dos modelos compactos, mas também um elegante Spyder, que se transformou em um best-seller no mercado americano.

      O único pecado do Giulietta era seu "pequeno" motor. Por isso, a Alfa Romeo prosseguiu a sua evolução e, em 1956, apresentou o Giulietta Sprint Veloce, com uma carroceria mais leve - 75 kg a menos - e potência de 80 cv, o que lhe permitia chegar aos 170 km/h. No ano seguinte ainda surgiu o Giulietta Speciale com a última evolução do mesmo motor, antes do propulsor ser substituído pelo 1.3 de 100 cv, capaz de levar o renovado Giulietta a impressionantes 200 km/h.

      Em 1962 surgiu o Giulia, que pouco a pouco foi ocupando o espaço do Giulietta. Embora algumas versões tenham sido produzidas até 1965, altura em que seu nome desapareceu dos catálogos automotivos. Em 1977 ressurge o Giulietta com carroceria de três volumes em um período em que a Alfa Romeo lutava pela sobrevivência. Nessa altura o Giulietta foi a imagem dos "carabinieri", que surgiam nos filmes sobre a máfia.

      Mas se enganou quem pensou que o nome Giulietta estava morto e enterrado. Ele está de volta, embora tivesse sido a segunda opção para batizar o mais moderno dos Alfa Romeo, que deveria ter se chamado Milão. No entanto, a burocracia impediu que a marca assumisse o nome da cidade onde nasceu há 100 anos. (MotorDream/AutoMotor)
  • Renault reverte prejuízo e lucra € 823 milhões no 1º semestre

    • Brasil Econômico

      A Renault informou hoje (30) ter obtido um lucro líquido de € 823 milhões no primeiro semestre de 2010, ou € 2,95 por ação, ante prejuízo líquido de € 2,7 bilhões em igual período de 2009.

      A receita teve alta de 23,1% na mesma base de comparação, ficando em € 19,7 bilhões no semestre.

      A participação de mercado da Renault, no mundo, subiu 0,15 ponto percentual, para 3,8%. Segundo o grupo, a participação no Brasil cresceu 0,7 ponto percentual, para 4,3%, na comparação com o primeiro semestre de 2009, com 64,6 mil unidades vendidas.

      O Brasil é o 6º maior mercado da empresa no mundo, atrás da Espanha, com 72,9 mil unidades.

      "Todas as unidades da empresa e regiões onde operamos tiveram aumento na participação do mercado", afirmou em nota o presidente da Renault, Carlos Ghosn.

      "Também controlamos nossos custos", acrescentou. (Brasil Econômico)
  • Nissan registra lucro no quadrimestre; Mitsubishi reduz prejuízo

    • Auto Esporte/G1

      A Nissan anunciou o lucro de US$ 1,22 bilhão no primeiro quadrimestre do ano fiscal, iniciado em abril. No mesmo período do ano passado, a montadora japonesa havia registrado prejuízo de US$ 180 milhões.

      "Os resultados do primeiro quadrimestre são bons e nossa recuperação é forte e adiantada", diz o presidente da Nissan, Carlos Ghosn. A empresa planeja lançar dez novos carros neste ano, com destaque para o elétrico Leaf, que será vendido nos EUA e no Japão.

      Mitsubishi reduz perdas

      A Nissan, que disputa com a Honda o posto de vice-líder entre as montadoras japonesas, é a primeira a anunciar lucro no atual ano fiscal. A Mitsubishi, quinta maior no Japão, divulgou nesta quinta-feira o prejuízo de US$ 135 milhões no quadrimestre, menor que os US$ 303,4 milhões registrados no ano passado. Nesta sexta (30), deve sair o balanço da Honda. Na próxima quarta, será a vez da líder Toyota. (Auto Esporte/G1)
  • Geely vai fechar compra da Volvo na próxima semana

    • Revista Quatro Rodas

      A chinesa Geely vai fechar a compra da Volvo, que pertence à Ford, após a negociação ser aprovada pelo governo chinês e pela União Europeia.

      Segundo informações da agência Bloomberg, os executivos de ambas as empresas vão se encontrar na próxima semana para selar a venda, que teve valor de US$ 1,8 bilhão. O novo presidente da Volvo será o chinês Li Shufu.

      No entanto, como a Ford e a Volvo vinham desenvolvendo projetos em conjunto, a montadora norte-americana vai continuar abastecendo a Volvo, que passa a ser controlada pela Geely, com motores, componentes e peças, por um período não especificado.

      A venda é mais uma parte da estratégia de Allan Mullaly, presidente da Ford, para rentabilizar o grupo, que já comercializou outras marcas como a Aston Martin, a Land Rover e a Jaguar. (Revista Quatro Rodas/Bruno Roberti)
  • March, da Nissan, supera expectativa de vendas no Japão

    • Auto Esporte/G1

      A Nissan anunciou que as vendas do March, compacto mundial da montadora, ultrapassaram a expectativa para o Japão. Foram 12.147 unidades vendidas em duas semanas após o lançamento, três vezes a meta de 4 mil unidades ao mês.

      O Nissan March será produzido na Índia, Tailândia, China e México para ser vendido em 160 países. A planta de Aguascalientes, no México, será responsável pelo fornecimento para toda a América Latina, inclusive para o Brasil.

      A Nissan mantém uma fábrica em São José dos Pinhais (PR), onde produz atualmente a nova geração da picape Frontier e os modelos do monovolume Livina - Livina, Grand Livina e X-Gear. A marca ainda oferece para o mercado brasileiro o Tiida Flex e o Sentra. (Auto Esporte/G1)
  • Prius completa 10 anos nos EUA

    • Terra Carros

      Lançado em 1997 no Japão, e três anos depois nos mercados americano e europeu, o híbrido Prius está celebrando os seus primeiros 10 anos de comercialização nesta semana.

      O modelo, pioneiro na tecnologia de dois propulsores (a combustão e elétrico) no mundo, antecipou a tendência tão em voga atualmente entre as principais fabricantes do planeta para atender a normas de emissões cada vez mais rígidas, além, é claro, do apelo em oferecer produtos “verdes”.

      Mas quando foi lançado nos EUA, em 2000, o Prius não obteve sucesso instantâneo. Como a gasolina ainda estava acessível no país (média de US$ 1,50 o galão), os americanos olhavam com desdém aquele carro com aparência estranha, cujo maior mérito era ser capaz de percorrer cerca de 20 km/l.

      Assim, naquele ano, apenas 1.000 unidades do Prius chegaram às ruas, sendo que, atualmente, a marca comercializa quase 6.250 unidades ao mês. Com o valor da gasolina na base de US$ 4,00 o galão, a Toyota espera aumentar cada vez mais as vendas do modelo.

      Para Jim Lentz, presidente da Toyota para os EUA, “a companhia reconheceu nos anos 1990 que o transporte sustentável se tornaria um grande desafio nas próximas décadas. Essa visão se mostrou acertada e ainda mais profunda se levarmos em conta o que vivemos hoje”. Confira abaixo uma cronologia com os principais fatos em relação ao Toyota Prius:

      1990: O projeto G21, o “carro do século 21”, começa a ser debatido na Toyota City. A meta para o consumo médio é estabelecida em 20 km/l, cerca de 50% melhor que a média dos automóveis da época.

      Janeiro de 1994: Os responsáveis pelo projeto definem o conjunto de motor, câmbio e chassi além de outras decisões envolvendo o “packaging” do produto.

      Julho de 1994: A terceira fase do projeto G21 começa com os requisitos para produção do Prius e, em paralelo, o desenvolvimento do sistema híbrido de propulsão da Toyota.

      Junho 1995: O sistema híbrido é finalizado e aprovado. Recebe o nome 890T.

      Dezembro de 2007: A primeira geração do Prius é lançada no Japão depois de um período de elaboração do design que levou 17 meses. É eleito carro do ano no país sede da Toyota e leva o Global Climate Protection Award da norte-americana EPA.

      1998: A Toyota anuncia que exportará 20.000 unidades por ano do Prius para EUA e Europa.

      2000: A era “pós-Prius” começa e as grandes fabricantes passam a adotar a solução para economia de combustível. Os modelos mais econômicos passam a ser comparados com o modelo.

      2004: A segunda geração é lançada.

      2007: As vendas do modelo nos EUA somam 500.000 unidades desde o lançamento.

      2009: A terceira geração chega ao mercado com motor 1.8 a combustão e capaz de percorrer 21,6 km/l. (Terra Carros/César Tizo)
  • Ford anuncia demissão de 400 funcionários em fábrica no Canadá

    • Folha de S. Paulo/France Presse

      A fabricante de automóveis norte-americana Ford anunciou que demitirá antes de 1º de novembro em torno de 400 funcionários de suas fábricas de motores de Windsor, na província canadense de Ontário (leste).

      "Vamos suprimir uma equipe de trabalho da fábrica de motores de Windsor e o corte de postos de trabalho é de em torno de 400", declarou à AFP Lauren More, porta-voz da Ford Canadá.

      Trata-se de um novo golpe para Windsor, coração da indústria automobilística canadense: a gigante GM (General Motors) fechou na quarta-feira sua fábrica de transmissão nessa cidade, localizada na fronteira sul de Detroit, a capital americana do automóvel, deixando 500 pessoas desempregadas. (Folha de S. Paulo/France Presse)
  • Alunos de engenharia apresentam carro de corrida elétrico na Alemanha

    • Auto Esporte/G1

      Alunos de engenharia eletrônica da Technical University de Berlim, na Alemanha, apresentaram o carro elétrico de corrida batizado de “zedX Vision”. O modelo foi produzido após dez meses de desenvolvimento. Por ser elétrico, ele é um veículo com nível zero de emissões. (Auto Esporte/G1)



  • Se conseguir enxergar mais longe é porque procurei ver acima dos ombros dos gigantes.
    Issac Newton (1643-1727) - Nascido na Inglaterra foi cientista, mais reconhecido como físico e matemático.


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